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Tasmânia: Uma ilha que parece um continente

A sugestão de André Carvalho e Carolina Quina, do 'blog Blue Olive'.

André Carvalho
8 de abril de 2017, 17:00

Sempre tive curiosidade em conhecer a Tasmânia, daí ter decidido que seria um dos destinos eleitos para a nossa viagem. Não é um sítio que muitos portugueses visitem e de todas as famílias que conhecemos que estão a viajar pelo mundo, ninguém optou por passar por aqui. Admito que o primeiro dia na Tasmânia foi de interrogação, mas, se o começo não foi perfeito, principalmente por estar a chover muito, a partir daí foi sempre a melhorar. Começámos por Strahan, uma localidade no meio da floresta que funciona como ponto de partida para os fantásticos passeios de barco no Rio Gordon. A terra é pequena, mas tem encanto e o passeio pelo rio é imperdível.
De seguida, partimos em direção a Arthur River, seguimos mais para Norte e fomos até Stanley, uma pequena vila costeira com uma pequena montanha literalmente no meio do mar. Este sítio tem uma paisagem especial e ainda tem uma praia com água verde transparente. Mudámos de cenário e fomos até Bay of Fires, sem dúvida uma das praias mais bonitas que vimos em toda a viagem (e já passámos por muitas): o mar azul turquesa, a areia branca e fina, as rochas arredondadas... por momentos pensámos que estávamos nas Seycheles.
Seguimos para sul, a caminho da zona mais conhecida, Freycinet, mas resolvemos parar na praia de Bicheno. E que paragem… Mais uma praia de sonho e com pinguins à nossa espera.
O tempo estava a acabar, mas ainda fomos a Port Arthur, ver as ruínas de uma antiga e conhecida prisão inglesa, não sem antes passar no Unzoo, um zoo sem jaulas onde é possível ver diabos da Tasmânia e alimentar cangurus.

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