Há dezassete anos, Diogo Batalha, gestor, e a mulher, Ana Partidário, psicóloga, decidiram trocar o bulício de Lisboa pela paz e tranquilidade de uma aldeia escondida, semi-abandonada e quase em ruínas na região de Mafra. Começaram por reconstruir a sua própria casa e, ao longo dos anos, foram recuperando as restantes, criando o projeto turístico Aldeia da Mata Pequena, que hoje dispõe de treze casas de diferentes tipologias (de T1 a T3), todas elas com sala, casa de banho, cozinha equipada e quintal e uma com piscina, e com nomes sugestivos como Casa da Palha, do Ti Eduardo ou da Avó Aurora.
Respeitando rigorosamente a típica arquitetura saloia, utilizaram materiais de construção tradicionais – alvenaria de pedra, argamassas de cal, telha de canudo, madeiramentos em choupo, cedro ou casquilha –, mobilaram-nas e decoraram-nas com peças e objetos de outros tempos, dotando-as, em simultâneo, de todas as condições de conforto de que hoje sentimos falta.
De forma a que os visitantes se sintam verdadeiros aldeões, na cozinha de cada casa há produtos da região para o pequeno-almoço, entre eles pão de Mafra cozido em forno de lenha, deixado ainda a fumegar em todas as portas.
Passar uns dias na Aldeia da Mata Pequena permite ainda um regresso a um estilo de vida campestre pelo facto de ali persistirem animais de quinta como o burro Augusto, o porco Guedes, as cabras, os coelhos, os perus, os patos, as galinhas.
Depois, numa envolvente de uma beleza paisagística de cortar a respiração, não faltam trilhos pedestres que permitem a descoberta de rios, cascatas, moinhos, azenhas e aldeias abandonadas.
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