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Jordânia: Petra

Esculpida pela história.

Diamantino Martins
25 de fevereiro de 2017, 17:00

A ideia de passar o final do ano fora de Portugal começou num jantar em minha casa. Debitámos países, ganhou a dupla Israel/Jordânia. Comecei de imediato a organizar o percurso, a Joana Garcia e a Raquel Rocheta confiaram. A 26 de dezembro embarcámos rumo a Tel Aviv, onde permanecemos uma noite. Daí seguimos para a Jordânia, com intenção de visitar Petra. Considerada uma das sete maravilhas do mundo moderno, esta cidade em ruínas mantém templos e túmulos esculpidos em rochas que foram edificados pe­las tribos do deserto que habitaram a região há milhares de anos. Redescoberta em 1812, só em 1985 Petra foi reconhecida pela Unesco como Património da Humanidade.
Pernoitámos no Hotel Petra Guest House, à porta do parque arqueológico. Com as imagens do filme Indiana Jones e a Últi­ma Cruzada em mente, começá­mos por uma visita noturna. Acompanhados por um guia, caminhámos pelo desfiladeiro até El Khazneh (o famoso tesouro), que estava todo iluminado por velas, num visual tão único quanto místico. O som de um flautista local deu-lhe uma aura ainda mais mágica. Impressionados, no dia seguinte começámos bem cedo a exploração e redescobrimos, agora com a luz do dia, o caminho da véspera. Voltamos a ficar boquiabertos com o templo monumental. E isto foi só o início: num total de 15km, observámos templos, igrejas, teatros e avenidas ladeadas de túmulos escavados nas rochas. Impossível parar de fotografar. O ponto alto aconteceu ao alugarmos burros para subir uma escadaria com cerca de 800 degraus até outra grande atração: o Al Deir Monastery. Foi mesmo uma viagem inesquecível.

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