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Olhão, terra de pescadores

A economia da vila assenta principalmente na pesca.

CARAS
25 de julho de 2015, 17:00

Olhão da Restauração é o nome com que foi batizada a pequena península do litoral sul ao ser elevada a vila em 1808, uma forma de o rei D. João IV agradecer as boas novas que recebeu no Brasil, onde se encontrava refugiado, de que as tropas de Napoleão tinham sido expulsas do reino. Ancorada junto aos mercados municipais, uma réplica do caíque Bom Sucesso, que na altura transportou o grupo de olhanenses ao Brasil, lembra a bravura dos olhanenses, promovendo ainda visitas e passeios guiados ao longo da Ria Formosa, uma forma de se iniciar na história deste concelho, conhecido desde sempre como terra de pescadores.
A sua economia assenta principalmente na pesca, sendo o porto de Olhão o segundo do país em volume de venda de pescado. Se não conseguir espreitar a faina do dia, pode sempre perder-se a observar a frescura e variedade de peixes expostos nas bancas do mercado municipal. De traça neoárabe, este espaço recebe todos os sábados de manhã um mercado ao ar livre onde pequenos produtores e agricultores expõem e vendem os seus produtos, proporcionando a quem os visita uma mistura inigualável de tons e cheiros.
Ao longo da zona ribeirinha encontrará várias empresas que se dedicam a promover passeios de barco, durante os quais poderá conhecer algumas das ilhas-barreira e praias que rodeiam a Ria Formosa. Seja durante um fim de semana prolongado ou em férias, se for visitar Olhão deve reservar um dos dias para passar na ilha da Culatra. Recorra ao serviço dos barcos-táxi ou do ferry para chegar à ilha, onde poderá visitar o famoso Farol do Cabo de Santa Maria e desfrutar de um belíssimo dia de praia. À hora de almoço, procure o bar Mar a Mais. Os petiscos, as caipirinhas e a música não vão certamente desiludi-lo.
Para ficar hospedado, procure o Real Marina Hotel & Spa. Localizado em frente à Ria Formosa e à Marina de Olhão, encontrará nesta unidade hoteleira o luxo e conforto que caracterizam o Grupo Real Hotels.
A NÃO ESQUECER:
Como chegar: De carro, comboio ou autocarro. Para quem optar pela viagem de avião, o percurso desde o aeroporto de Faro é de 12 quilómetros.
Onde ficar: Tanto o Real Marina Hotel como os apartamentos Real Marina Residence ficam situados perto do centro e em frente ao porto de recreio.
Onde comer: Vai e Volta, um restaurante de rodízio de peixe grelhado
situado no Largo do Grémio, ou, se preferir petiscar, o bar de praia
Mar a Mais, na ilha da Culatra.

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