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Santorini: A ilha romântica

Um dos ex-líbris da Grécia

Gabriel Mendes
14 de agosto de 2014, 01:46

A Grécia está de volta ao “jogo”. Depois de alguns anos em que a crise económica até o turismo afetou –um setor que representa cerca de 15% do PIB do país –, em 2013 a pátria da democracia recuperou o crescimento, pelo menos no que se refere ao número de visitantes. O ano de 2014 promete ser ainda melhor e os helénicos estão, mais do que nunca, a patentear toda a sua hospitalidade. Está, portanto, na hora de deixar de adiar aquela viagem às ilhas gregas que sempre quis fazer.
Santorini, a mais conhecida das ilhas Cíclades, continua a ser a joia da coroa do mar Egeu. Muito procurado por casais em lua-de-mel, este conjunto de pequenas ilhas resultantes de uma erupção vulcânica, com o seu casario branco aninhado pelas escarpas acima, é o paradigma da ilha romântica.
Apesar de existirem alguns autocarros, o melhor é conhecer a ilha com um carro alugado. A capital, Fira, é o centro nevrálgico da ilha, com as suas características capelas de cúpulas azuis. É aqui que os barcos de cruzeiro atracam. Para chegar à vila, se estiver para aí virado, pode subir os 588 degraus em cima de uma mula. Há também um pequeno teleférico, ou pode simplesmente apanhar um táxi. O pôr do sol na aldeia de Oia é talvez o programa mais procurado de toda a ilha. Mas como todos buscam um “lugar ao sol”, reserve um para si bem cedo.
Os amantes de praia não vão sair defraudados de Santorini. Apesar de não existirem areais finos e dourados – as praias são de origem vulcânica e por isso bastante pedregosas –, há oferta que chegue, e algumas com nomes sugestivos: Praia Vermelha (Akrotiri), Praia Negra (Amari) e Praia Branca.
Outros locais a visitar são Pyrgos (o ponto mais alto da ilha e sua antiga capital), as ruínas arqueológicas de Akrotiri e a caldeira do vulcão, acessível apenas por barco. Esteja em lua-de-mel ou não, perca-se nesta pérola do mar Egeu.
A NÃO ESQUECER:
Como chegar:
Santorini tem um aeroporto internacional, mas não há voos diretos de Portugal. A ligação faz-se por Atenas, Creta ou pelas principais capitais europeias.
Onde comer: A cozinha insular é idêntica à da Grécia continental. Os “gyros” (semelhantes a “kebabs”) são populares em toda a ilha. O peixe grelhado nas tabernas de Fira e Oia é imperdível.
Onde ficar: A ilha pode dividir-se em duas: o lado ocidental, muito mais turístico e caro, com hotéis virados para a caldeira, e o oriental, com albergues mais em conta e mais próximos das praias.

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