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Motores: Ao volante do Ford Grand C-MAX

Conduzimos a versão mais equipada do monovolume compacto da Ford. A qualidade de construção, um nível de equipamento bastante apelativo e baixos consumos são argumentos que jogam a seu favor.

1 de setembro de 2012, 03:06

A oferta no segmento dosmonovolumes compactos continua a crescer e são cada vez mais as jovens famíliasque optam por modelos que têm como opção os sete lugares. Com o lançamento donovo C-MAX, há cerca de dois anos, a Ford posicionou-se também neste segmentocom a introdução de uma versão com mais dois lugares, denominada Grand C-MAX.E, tal como o próprio nome indica, o Grand C-MAX é um C-MAX maior, para sermais preciso, tem mais 140 mm de distância entre eixos e mais 58 mm de altura.Pode não parecer muito, mas é o suficiente para conseguir albergar mais umafila de bancos. Porém, e tal como acontece em quase todos os modelos destaclasse, o espaço na terceira fila é diminuto, talvez mais adequado para otransporte de crianças, e a bagageira bastante reduzida (92 litros, sem pneu sobresselentee com Kit de reparação).
Com o FordGrand C-MAX ganha-se em espaço, mas, na nossa opinião, perde-se em estética,principalmente na traseira, uma vez que á frente as duas versões sãopraticamente iguais. As barras de tejadilho prateadas e as portas traseiras decorrer manuais com vidros escurecidos são dois dos elementos diferenciadoresque mais saltam à vista.
HABITÁCULO

O habitáculotambém não é muito diferente do C-MAX. O equipamento é completo e existemvários espaços de arrumação, algo fundamental para quem procura um carro destesegmento. Os bancos são facilmente rebatidos e existe a particularidade depodermos abdicar do lugar central da fila do meio, dando lugar a uma espécie decorredor central. A Ford oferece vários Packs de equipamento opcional. O PackFamília (520 euros) inclui sistema elétrico de abertura da bagageira, cortinasde sol e tomada de 230v. O Pack Driver II (450 euros) disponibiliza sistema deestacionamento automático com sensores à frente e atrás e retrovisoreselétricos recolhíveis. O Grand C-MAX vem de série com ABS com EBD+EBA+Hill Start Assist; ESP, seisairbags, fixações Isofix, sistema Stop/Start e controlo automático develocidade com dispositivo automático de limitação de velocidade.

A unidadeque ensaiámos vinha também equipada com o Pack Titanium X2 (1.100 euros), queinclui jantes de liga leve de 17 polegadas, teto panorâmico, desembaciador depárabrisas QuickClear e sistema de chave inteligente.
MOTORES

O Ford GrandC-MAX é proposto em duas motorizações a gasolina (1.6 EcoBoost de150 e 180 CV) eduas a Diesel (1.6 TDCI 16v de 95 e 115 CV), todas com caixamanual de seis velocidades. Conduzimos aquela que mais se adequa a este modelo, a versão 1.6 TDCI de115 CV de potência, que permite uma velocidade máxima de 180 Km/h e umaaceleração dos 0 aos 100 Km/h em 12,3 segundos. Aliado a uma boa posição decondução, este motor permite-nos um andamento tranquilo, ideal para uma utilizaçãocitadina e viagens em família sem pressas. A seu favor estão, sem dúvida, osvalores dos consumos de combustível, na ordem dos 5,5 l/100 Km (consumocombinado). Pelas nossas contas, com um depósito de combustível, que temcapacidade para 60 litros, podemos percorrer mais de 1000 Km.
O GrandC-MAX que ensaiámos é proposto por 30.940 euros, mas importa salientar que vemequipado com os Packs Titanium X2, Driver II e Família e Rádio Sony CD MP3. A versão mais barata, com95 CV, apresenta um preço base de 28.900 euros.

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