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Motores: Ao volante do Chevrolet Captiva

Com quatro novos motores, um design exterior mais jovem e agressivo e um habitáculo melhorado, o novo Chevrolet Captiva, lançado em julho de 2011, está ainda mais ‘captivante’.

15 de junho de 2012, 01:11

A chegada do Captiva ao mercado europeu, em 2006, representou um ponto de viragem para a Chevrolet. O design apelativo e a versatilidade de ter cinco ou sete lugares fizeram deste modelo um caso de sucesso e Portugal não foi exceção, até porque a moda dos SUV’s parece ter vindo para ficar. Quem já gostava do anterior modelo, sem dúvida de que achará a segunda geração do Captiva ainda mais interessante esteticamente, em particular a sua parte dianteira, com o capô redesenhado e uma nova grelha de maiores dimensões. Os faróis também são novos e os indicadores de direção estão agora integrados nos espelhos retrovisores. Com as novas entradas de ar laterais de formato mais angular, deslocadas para os guarda-lamas dianteiros, as cavas das rodas remodeladas e as novas jantes de 17 a 19 polegadas, o Captiva ganha um visual ainda mais desportivo e possante, bem ao estilo dos SUV's americanos.
Porém, se os atributos exteriores do Captiva são apelativos, não tenho dúvidas de que é no seu interior que está um dos seus pontos mais fortes e talvez um dos que mais pesa no momento da decisão quando procuramos um carro para a família. Logicamente que falo na possibilidade de optar por cinco ou sete lugares. Para além disso, todo o interior foi alvo de melhoramentos, apresentando novos acabamentos e texturas, incluindo os estofos em tecido ou pele, e um novo design do tabliê, agora com o efeito de duplo cockpit característico da marca. Também a pensar na família, foram criados vários novos espaços de arrumação. Por exemplo, foi criado um espaço suplementar na consola central que resulta do facto do novo Captiva dispôr agora de travão de mão elétrico.

A nível de tecnologia, está agora disponível  um sistema de navegação com visor a cores de sete polegadas com cobertura total das estradas europeias e câmara de assistência ao estacionamento traseiro. Este equipamento, assim como os estofos em pele, as jantes de liga leve de 18 polegadas, sensores de luz e chuva e ar condicionado automático, vem de série com a versão que testámos, o Captiva LT+ Seven Extreme.

A segurança passiva também foi acautelada, com a inclusão de seis airbags, cintos de segurança com tensores e limitadores de carga para os bancos dianteiros e pontos de fixação Isofix nos bancos das extremidades da segunda fila de modo a facilitar a instalação rápida e segura de cadeiras de criança.
Este novo Captiva estreia também quatro novos motores, que podem ser conjugados com uma nova transmissão manual ou automática de seis velocidades. A oferta a nível de motorizações inclui dois motores a gasolina, de 2.4 e 3.0 litros, e dois motores turbodiesel de 2.2 litros. Todos eles incorporam uma série de tecnologias avançadas que visam alcançar um bom equilíbrio entre performance e economia de consumos.

O modelo que testámos vinha equipado com o motor turbodiesel de 2.2 litros de 163 cv de potência e caixa manual de seis velocidades. Acelera dos 0 aos 100 Km/h em 9,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 189 Km/h. Quanto a consumos, a marca anuncia valores na ordem dos 6,4 l/100 Km (ciclo combinado).
Quanto a preços para as versõe turbodiesel:

Captiva 2.2 VCDi Seven - desde 34.850,00

Captiva 2.2 VCDi Seven Xtreme - desde 36.990,00 

Captiva 2.2 VCDi Seven Xtreme Automatic - desde 40.500,00

Captiva 2.2 VCDi 4x4 LTZ - desde 47.450,00 

Captiva 2.2 VCDi 4x4 LTZ Automatic - desde 52.100,00

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