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D.R.

Carlos Sousa “voa” na penúltima etapa e recupera o sétimo lugar da geral

Sábado, 14 de janeiro de 2012

Redação CARAS
15 de janeiro de 2012, 04:22

Após dois dias repletosde incidências e um atraso acumulado superior a duas horas – que se traduziunuma descida desde o sexto ao oitavo lugar da classificação –, Carlos Sousa regressou hoje à melhorforma no penúltimo dia de competição do Dakar 2012, confirmando o seu melhorregisto em etapas nesta edição e recuperando o sétimo lugar perdido na vésperapara o holandês Bernhar Ten Brinque.
Quarto mais rápido a cumprir os 275 km da especial, num percurso entre ashistóricas cidades de Nasca e Pico, maioritariamente disputado junto às margensdo Oceano Pacífico, o piloto português ofereceu à Great Wall o melhor resultadode sempre de um construtor chinês em provas automobilísticas internacionais,ficando agora a escassos 29 km de repetir pela quarta vez na sua carreira,depois de 2005, 2006 e 2007, um sétimo lugar no final de um Dakar. Ou, e casose venha a confirmar a desclassificação de RobbyGordon, o sexto lugar também conquistado na sua última participação, em2010.
Num dia em que partiu “de faca nosdentes”, decidido a anular rapidamente os cerca de 4 minutos que oseparavam do Mitsubishi de Ten Brinke na geral, Carlos Sousa fez uso da suaenorme experiência para colocar o SUV Haval inscrito na Great Wall entre os quatromais rápidos da tirada, isto apesar “deum valente atascanço no primeiro cordão de dunas e de uma perdidela asensivelmente meio da especial. Tudo somado, teremos perdido mais de 10m e apossibilidade de um resultado ainda mais positivo no final deste dia”,contou o português à chegada a Pisco.
Em todo o caso, prossegue, “cumprimosaquele que era o grande objetivo à partida desta etapa, que era recuperarmos osétimo lugar da geral após os problemas que nos condicionaram no dia de ontem.Nesse contexto, uma palavra muito especial para o Jean-Pierre (Garcin),que mesmo limitado fisicamente e ainda com muitas dores no pescoço – partiuhoje com um colar cervical – fez questão de aguentar tudo e incentivar-me atéfinal”, destacou ainda Carlos Sousa.
De resto, e já em jeito de primeiro balanço a esta sua 13ª participação noDakar, Carlos Sousa explica que, “face atodos os condicionalismos e limitações desta estreia com o Team Great Wall,seria realmente impossível fazer melhor. Saio deste Dakar de consciênciatranquila, porque sei que dei o melhor de início a fim. E apesar de dois diasmuito maus, este sétimo lugar acaba por ser um justo prémio para toda a equipa”,acrescentou ainda o melhor português da corrida automóvel.
Amanhã, domingo, a última etapa do rali levará a caravana até à cidade de Lima,onde pela primeira vez será celebrada a chegada de um Dakar. O percurso desdePico até à capital peruana inclui um curto setor cronometrado de 29 kmsobretudo para saborear o momento e consagrar os vencedores em cada uma dascategorias.

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