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A escolha de... Jorge Palma

Para celebrar os 25 anos de um dos seus álbuns mais emblemáticos, ‘Só’, o músico dá concertos em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro.

CARAS
11 de dezembro de 2016, 18:00

Em 1991, Jorge Palma editou , álbum que inclui canções como Estrela do Mar, Frágil, Bairro do Amor, Deixa-me Rir ou . A assinalar os 25 anos desse emblemático trabalho, um das mais importantes da história da música portuguesa, o aclamado cantor, músico e compositor dá uma série de concertos que o levará ao CCB, em Lisboa, a 28 e 29 deste mês, à Casa da Música, no Porto, a 1 e 3 de dezembro, ao Convento São Francisco, em Coimbra, a 6, e ao Teatro das Figuras, em Faro, a 10. Como no título do disco, Palma estará só, ao piano, para interpretações intimistas e despidas de arranjos, num verdadeiro reencontro com a sua essência.
O CONCERTO: Roger Waters
Vi-o recentemente no Festival Desert Trip, em Coachella, na Califórnia, juntamente com Bob Dylan, Rolling Stones, Neil Young, Paul McCartney e The Who. O co-fundador dos Pink Floyd proporcionou-nos um espetáculo total, desde a interpretação dos temas, ao som, às luzes e imagens, aos efeitos especiais, sem esquecer de chamar a atenção do público para os direitos do povo palestiniano nem de, a apenas um mês das eleições norte-americanas, arrasar por completo o nefasto Trump.
O FILME: “A Morte em Veneza”
A partir do livro do Thomas Mann, Luchino Visconti oferece-nos uma obra-prima em que a inevitabilidade e respetivas consequências da atração pelo Belo, a par de considerações sobre o significado de Arte, nos são apresentadas de uma forma doce, nostálgica e carnal. Fundamentais, a brilhante interpretação de Dirk Bogarde e a música de Mahler.
A VIAGEM: México
Passei mais de um mês, no final de 2015, repartido por grande parte deste empolgante país que engloba numerosas culturas e etnias. É uma geringonça que funciona bem no seu todo. De Chiapas a Chetumal, de Quintana Roo (Caribe), a Mérida e Oaxaca (Vales Centrais) e, finalmente, ao Pacífico (Mazunte e Puerto Escondido), sempre com a Cidade do México como quartel-general, foi de chorar por mais.
O CD: “Le Voyage Magnifique”
De Maria João Pires. É uma viagem verdadeiramente sublime pela música de Schubert.

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