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A escolha de… Diogo Faro

O antigo publicitário vive do humor há dois anos.

CARAS
17 de janeiro de 2016, 19:00

Em 2013, Diogo Faro despediu-se da agência onde trabalhava como criativo para se tornar comediante, naquilo que foi considerado pela família e amigos como a melhor piada da vida dele. Mas a verdade é que as coisas têm corrido bem. Lançou-se nas redes sociais, onde conta com mais de 75 mil seguidores no Facebook e outros tantos “matches” no Tinder. Entretanto, criou e apresentou vários talkshows ao vivo e atuou em sítios como o NOS Alive ou o Famous Humour Fest. Apadrinhado pelo MTV Talento, está atualmente no ar na Fox Comedy com o Fox Comedy Club e no Futebol de Perdição, da Sporting TV. Escreve ainda semanalmente no SOL e está a finalizar o primeiro livro de crónicas.
A Viagem: Índia
Vim há pouco de uma viagem absolutamente maravilhosa pela Índia. Meti a mochila às costas e atirei-me, sozinho, durante cinco semanas, para aquele país fascinante. Foi das melhores coisas que fiz na vida. As pessoas, a maneira de estar, a comida, as paisagens, os monumentos... A Índia tem uma aura única, nem a melhor fotografia do mundo a conseguirá captar.
O Escritor: Charles Bukowski
A loucura normal da vida, o caos com que espelha e descreve sempre, ou quase sempre, autobiograficamente, o seu dia-a-dia, faz com que, de maneira assustadora, diga-se, me identifique um pouco com ele.
O Filme: “Até à Eternidade”
De Guillaume Canet. Até parece que mando um filme francês só para me armar, mas a verdade é que é o meu preferido. O enredo é simples, as relações entre família e amigos é que tendem a complicar-se, muito por culpa dos intervenientes.
O Festival: SolRir
Neste caso, tenho de ser altamente tendencioso. Festival de comédia que promove esta arte há já vários anos, nunca descura o cartaz e leva sempre grandes comediantes a Albufeira logo nos primeiros dias do ano, de 1 a 4 de janeiro.
A Música: Concertos para clarinete e Beirut
Fiz o conservatório de clarinete e foi algo que influenciou muitíssimo a minha vida. Por isso, destaco aquelas que mais ouvi e toquei: o Concerto para Clarinete K622, de Mozart, os de Weber e o de Artie Shaw. Destaco ainda a música Postcards from Italy, dos Beirut, por me acompanhar em muitas viagens e, por qualquer razão, fazer com que queira viajar mais cada vez que a oiço.
O Restaurante: A casa da minha avó
Literalmente, a casa da minha avó é, de longe, onde mais gosto de comer. Tenho a sorte de ter uma família muito próxima e encontramo-nos várias vezes por semana em casa dos meus avós para almoçar ou jantar. Não se paga, mas também não há preço para tal luxo!

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