Nas Bancas

IMG_0040.jpg

A escolha de... José Cid

O cantor, músico, compositor e produtor faz 60 anos de carreira em 2016. A 12 de dezembro, dá um concerto no Campo Pequeno.

CARAS
2 de janeiro de 2016, 16:00

Nascido da Chamusca há 73 anos, José Cid, nome artístico do cantor, compositor, músico e produtor musical José Albano Cid de Ferreira Tavares, iniciou a sua carreira em 1956, com Os Babies, banda de covers que durou até 1958. Nos anos 60 integrou outra banda de versões de rock&roll e surf rock, Os Claves, e em 65 foi convidado a entrar para o Quarteto 1111. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegou a sair, por interferência da censura. Em 72, o quarteto daria origem a uma banda mais comercial, os Green Windows.
Da sua vasta discografia fazem parte inúmeros temas de grande sucesso como A Lenda de El-Rei D. Sebastião, Na Cabana Junto à Praia, Vinte Anos, Ontem, Hoje e Amanhã ou A Rosa Que Te Dei. Em 2009 recebeu o prémio de consagração de carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.
O Filme - “Morte em Veneza”
Porque nunca me canso de ver esta obra de Luchino Visconti.
O Teatro - “O Auto da Barca”
Seja o do Inferno, seja o do Purgatório, estes autos de Gil Vicente são intemporais e sempre atuais.
O Livro - “A Voz dos Deuses”
Este romance de João Aguiar devolve-nos às nossas origens mais remotas.
A música - “Imagine”
Escolho este ‘hino’ de John Lennon porque sonhar ainda não paga imposto.
O Concerto - José Cid no Campo Pequeno
A 12 de dezembro estarei no Campo Pequeno com alguns dos meus mais fiéis companheiros de hoje e de sempre: o mítico Quarteto 1111, Tózé Brito (baixo e voz), Mike Sergeant (guitarra) e Michel Silvei­ra (bateria), e o meu sobrinho Gonçalo Tavares, cantor e compositor que já tem uma respeitada carreira em nome próprio.
O Destino de férias - Quinta do Cruzeiro
A minha casa em Mogofores. Porque é um sossego absoluto. Aqui eu vivo, eu sinto eu componho, eu inspiro.
O Restaurante - Café Central, na Golegã
Porque é de um amigo meu e lá sinto-me em casa e em família. E a cozinha... Upa! Upa! Uuuupa!
O Museu - Museu do Fado
Nele vejo retratadas muitas figuras que eu muito admiro: Hermínia Silva, Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro...
A Pintura - Gabriela Carrascalão
A pintura da Gabriela, minha mulher, é a luta do povo timorense, inspirada na dor, no amor e na sobrevivência de um povo que tanto sofreu.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras