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Rodrigo Moita de Deus

Rodrigo Moita de Deus

D.R.

A escolha de... Rodrigo Moita de Deus

Publicitário, jornalista, comentador e escritor, dá a conhecer as suas preferências no que toca ao lazer e à cultura.

CARAS
19 de abril de 2015, 20:00

Rodrigo Moita de Deus nasceu em Lisboa em 1977. Tem três filhos, foi publicitário e jornalista no Semanário e no Euronotícias. É um dos fundadores do blogue 31 da Armada, um dos blogues políticos mais lidos do país. Monárquico, tem várias colunas de opinião e é convidado frequente de conferências nacionais e internacionais. Reeditou recentemente Homem do Ano, um romance sobre políticos, eventos sociais, negócios dinásticos e grandes esquemas financeiros, que encontra facilmente parecenças com a realidade.
O Filme - “Henrique V”
De Kenneth Branagh. É uma das melhores adaptações cinematográficas de uma obra de Shakespeare. E não é nada fácil adaptar Shakespeare para o grande ecrã.
O Livro -
“O Conde de Montecristo“
Alexandre Dumas
foi um dos maiores contadores de histórias de sempre. Mas O Conde de Montecristo é muito mais do que uma belíssima história. É a velha discussão do Homem e das suas circunstâncias, condensada num romance.
O Espetáculo -
“Multiplicity. Forms of Silence and Emptiness“
De Nacho Duato, no Mikhailovsky Theatre. Não sou um conhecedor de ballet, e ainda menos de dança contemporânea. Fui porque é obrigatório ver bailado em São Petersburgo. Ou ouvir ópera em Milão. Mas poucas vezes fiquei tão deslumbrado como naquele dia.
O Restaurante -
QB, Quinta da Beloura
Há uns anos que passo por lá pelo menos uma vez por semana. Nunca me farto e depois deste tempo todo, continuam a surpreender-me. É dos melhores restaurantes aqui do burgo.
A Viagem -
A próxima
Sempre a próxima.
O Ídolo -
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Bocage
podia ter sido um Camões. Preferiu ser ele próprio. Nas suas próprias palavras, “passou vida folgada e mila­grosa”. Tenho inveja.
A Música - “La Tarantella“
Na voz de Amália Rodrigues. Foi em plena Nápoles que Amália teve o “atrevimento” de ir ao clássico dos clássicos italianos. Mas Amália era Amália. Fazia o que queria. A sala veio abaixo. O concerto está gravado e anda por aí. Vale a pena. Para ouvir e ouvir e ouvir outra vez.

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