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Tito Celestino da Costa

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D.R.

A escolha de… Tito Celestino da Costa

Formado em Direito mas apaixonado pela área artística, Tito Celestino da Costa é o grande impulsionador do projeto Rota das Artes.

Redação CARAS
23 de novembro de 2014, 18:00

Estudou e ensinou Direito, na Universidade de Lisboa, mas é a sua formação na área artística – música, pintura e artes gráficas – que predomina na sua atual vida profissional.
Encenou, fez cenografia e produziu mais de 20 óperas e centenas de concertos e projetos especiais, tendo por diversas vezes colaborado com atores da Royal Shakespeare Company para desenvolver projetos em torno das obras de Shakespeare, Mendelssohn e Purcell.
Até ao próximo dia 25 de outubro, Tito Ce­lestino da Costa estará à frente do projeto Rota das Artes, um programa multifacetado de mani­festações culturais que decorre no Real Picadeiro do Colégio dos Nobres, em parceria com o Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
O FILME - “Luzes da Ribalta”
De Charlie Chaplin, é um filme que fala sobretudo da maneira certa de percorrer as assimetrias da vida e da justa maneira de se relativizar as luzes da ribalta. Uma lição de poesia, humanidade e inteligência. Cada vez mais atual e inspirador, aliás, como todo o legado de Chaplin.
O LIVRO - “Os Maias”
Um livro extraordinário, difícil de considerar datado. Os temas que aborda continuam a predominar na sociedade atual e, julgo, jamais se esgotarão. A narrativa do Eça de Queirós é fluente e expressiva à perfeição.
O FESTIVAL - Rota das Artes
A decorrer até 25 de outubro, em Lisboa. Como produtor, procurei reunir um conjunto de artistas de exceção, com uma visão original na apresentação de obras conhecidas dos compositores. A programação desta edição é muito apelativa e cativante para vários tipos de público.
O RESTAURANTE – Cimas
O ex-English Bar, no Monte Estoril. Cozinha com verdadeiro carácter e de extraordinária qualidade. O serviço é uma referência de descrição, elegância e eficiência. Uma inegável mestria. Todo o ambiente me cativa e, claro, aquela vista é insubstituível.
A BANDA - The Beatles
A minha época são os anos 60 e cada um é fiel aos seus. The Beatles, sinónimo de musicalidade, de uma juventude cheia de esperança, de um mundo com preocupações reais – guerra, desemprego, revoltas estudantis... – mas, ao mesmo tempo, des­preocupado. Lembranças de uma época em que o mundo começou a mudar, para o bom e para o mau, inevitavelmente.
A VIAGEM – Turquia
Viagem à costa sul da Turquia. Com a companhia ideal e uma paisagem azul inesgotavelmente hipnotizante. A noção de muita proximidade, misturada com a distância do fascínio oriental. A História, a natureza, as gentes, a gastronomia, tudo me surpreendeu nesta viagem. A voltar, seguramente.

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