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Rute Miranda

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D.R.

A escolha de... Rute Miranda

Com mais de 20 anos de carreira, a atriz portuense, que podemos ver na telenovela “Mulheres”, tem no teatro a sua grande paixão.

Redação CARAS
19 de outubro de 2014, 18:00

Com formação em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo no Porto, Rute Miranda, de 39 anos, fez-se atriz em palcos como os do Teatro Nacional São João, do Teatro do Bolhão, da Seiva Trupe, do Teatro Plástico, d’A Barraca e do Teatro Bruto, entre outros. Embora esta seja a sua grande paixão, os convites para participar em telefilmes (Almeida Garrett e Noite de Paz), filmes (Second Life e Eclipse em Portugal, de Alexandre Cebrian Valente, ou Florbela, de Vicente Alves do Ó) e telenovelas (Rebelde Way, Rosa Fogo, Baía das Mulheres, Dei-te Quase Tudo ou Destinos Cruzados) leva­ram-na a experimentar outros registos e, hoje, 22 anos depois de se ter estreado em palco, sente-se uma atriz ainda mais completa.
Atualmente, Rute Miranda integra o elenco da telenovela da TVI Mulheres.
O LIVRO: “Patty Diphusa”
Escrito por Pedro Almodóvar nos anos 80, este livro fala-nos de uma mulher vertiginosa, transgressora, frenética, mas extremamente só, que vive em Madrid e é uma estrela internacional. É uma história com um cunho autobiográfico, cheio de flashes cinematográficos.
O CD: “True“
O último disco do The Legendary Tiger­man acompanha-me nas viagens de carro, é a minha mais recente descoberta, assim como o Do It Again, dos Royksopp. Agora vou ouvi-los até ao limite, até interiorizar, depois deixo-os uns tempos e volto a eles mais tarde.
O FILME: “Bicicleta“
Foi um dos meus últimos trabalhos. O argumento é do Valter Hugo Mãe e a realização do Luís Vieira Campos. Este filme foi rodado no Bairro do Aleixo, ou no que resta dele, com os moradores, e foi marcante a forma como nos acolheram. A inspiração veio do filme Ladrões de Bicicletas, realizado nos anos 40 pelo italiano Vittorio de Sica.
O RESTAURANTE: Real Indiana
Gosto especialmente de comida indiana, assim como da cultura deste país, por isso elejo o Real Indiana, na Baixa do Porto. Decorado por Paulo Lobo, este restauran­te tem um ambiente extremamente confortável e os aromas e sonoridades transportam-me até ao oriente que tanto aprecio. Rua Conde Vizela, 127, Porto.
O BAR: Pipa Velha
É um dos bares mais antigos da Baixa do Porto, feito de amigos e para amigos. Vou lá há 20 anos e continua a ser uma refe­rência, sinto-me em casa. É um espaço frequentado pelos artistas da cidade, onde se pode beber um copo ao início da noite, mas também petiscar até mais tarde. Rua das Oliveiras, 75, Porto.
A VIAGEM: Portugal
Fiz, sozinha, uma viagem por Portugal, e na hora de escolher o meu destino preferido, não tenho dúvidas.

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