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Rita Ribeiro

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Joaquim Norte de Sousa

A escolha de... Rita Ribeiro

Aos 59 anos, a atriz, cantora, produtora e encenadora regressa aos palcos para dar vida à peça ‘Gisberta’ no cinema São Jorge.

Redação CARAS
17 de agosto de 2014, 18:00

Filha dos atores Maria José e Curado Ri­beiro, Rita Ribeiro cresceu nos palcos e é a representar que se sente feliz e realizada. Apaixonada pelo teatro, a atriz, que está prestes a celebrar 40 anos de vida artística, interpreta pela primeira vez na sua carreira um monólogo, Gisberta – inspirado na história do assassinato da transexual encontrada morta no Porto em 2006 –, papel que já lhe valeu uma nomeação de Melhor Atriz na última edição dos Globos de Ouro. Depois de ter percorrido salas de teatro um pouco por todo o país, a peça chega agora a Lisboa, ao cinema São Jorge, onde estará em cena até dia 24 de agosto.
O FILME - Morte em Veneza, Meia-Noite em Paris e Amigos Improváveis
Não consigo escolher só um filme pois adoro cinema. Morte em Veneza vi já há muito tempo, mas encantou-me não só pela história como pela beleza da realização; Meia-Noite em Paris, pela enorme imaginação e pelo facto de o tempo não existir e as realidades se cruzarem; Amigos Improváveis porque arrasa qualquer preconceito e mostra-nos que tudo é possível!
O LIVRO - Um Novo Mundo, Eckhart Tolle
Um livro que toda a gente podia ler. Dá-nos uma nova perceção da vida e do nosso funcionamento perante ela.
O FIM DE SEMANA - Alentejo
Adoro ir para o Alentejo da minha alma, tão belo e quase africano, com gente boa e onde a minha energia fica conectada com o todo.
O RESTAURANTE - Lameiras, no Porto
No Porto gosto de muitos, mas o Lameiras é o meu preferido. Em Lisboa também há restaurantes muito bons, mas destaco o Stop do Bairro, em Campo de Ourique.
O BAR - Fluid Eatery and Bar, no Príncipe Real
Um bar que tem o meu ex-genro, Nuno, a servir simpaticamente.
A VIAGEM - Tailândia, Brasil e Maldivas
A Tailândia, onde estive num SPA a pre­parar-me para fazer o papel de Maria Callas; o Brasil, onde a minha energia sobe a pique; e as Maldivas, onde me casei.
O DISCO - Qualquer um da Elis Regina
Assisti a um concerto dela no Villaret em 1973 (teatro onde me estreei em 1975) em que o meu namorado da altura – e pai da minha filha Joana – tocou bateria. Esse espetáculo marcou-me profundamente. Pelo seu carácter, pela sua energia e luz, Elis sempre foi e continua a ser a minha artista de eleição.

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