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Verônica Ferriani

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D.R.

A escolha de… Verônica Ferriani

A cantora brasileira vem a Portugal apresentar o seu segundo CD, todo com temas de sua autoria, e percorrerá temas do álbum de estreia.

Redação CARAS
1 de junho de 2014, 18:00

Nascida há 36 anos em Ribeirão Preto, Verô­nica Ferriani sempre tocou violão, mas só se estreou como cantora em 2004, depois de terminar o seu curso de Arquitetura. Desde então, já dividiu palcos com nomes como Ivan Lins, Martinho da Vila, Beth Carvalho ou Moacyr Luz. Em 2009, lançou o CD de estreia homónimo, no qual reinterpretou temas de Gonzaguinha, Paulinho da Viola e João Donato, entre outros. Em 2013 saiu Porque a Boca Fala Aquilo de que o Coração Tá Cheio, composto integralmente por canções de sua autoria. Depois de ter atuado na Casa da Música em 2011, a cantora brasileira está de regresso para concertos em Beja (Os Infantes – Lêndias d’Encantar, a 8 de maio), Lisboa (B’Leza, a 9) e Coimbra (Salão Brazil, a 10).
VIAGEM: Caraíva
Pequena vila de pescadores ao sul de Salvador, Bahia, onde o rio vai chegando ao mar pela tangente, é lindo! No verão, a praia é local de encontro de músicos de todo o Brasil. Em 2011 fui sozinha com o intuito de tirar um tempo para compor e acabei passando um mês e várias das canções deste novo álbum nasceram lá.
RESTAURANTE: Abadia, no Porto
O ano passado estive no Porto para um show na Casa da Música e fomos conhecer o restaurante Abadia, de comida portuguesa. Uau! No Brasil dizemos que Portugal é dos lugares onde melhor se come no mundo. Tenho paixão pela comida e tempero portugueses e já estou ansiosa por comer novamente o pastel de Belém.
DISCO: Tantos!
Um disco que ouvi recentemente, pelas mãos do compositor brasileiro Ivan Lins, foi o da portuguesa Sofia Vitória, totalmente dedicado à obra de Chico Buarque. Sinto ali uma mistura perfeita entre o sentimento da música portuguesa, que sempre me chamou a atenção através do fado, e as nuances poéticas e melódicas brasileiras. Emocionante.
MUSEU: Hermitage, S. Petersburgo
Em geral interesso-me mais pelos museus que abrigam a pintura do século XX, como o MoMA, ou museus de arte contemporânea, como o Whitney, também em Nova Iorque, mas a impressionante coleção sobre a história russa, comoveu-me. Tal como os edifícios da cidade, que em si são monumentos históricos.
FILME: “História Real”
Para fugir dos clássicos: este filme de David Lynch pegou-me de surpresa há uns anos. Normalmente, sabemos pelo jornal ou por amigos um pouco sobre o que vamos ver. Neste caso, eu estava passando pelo cinema e decidi entrar. O filme deixa de lado a excentricidade do diretor e relata a história real de um senhor que decide viajar num cortador de relva para visitar o irmão, com quem não falava há anos. Só assistindo!

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