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Jimmy P

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D.R.

A escolha de… Jimmy P

Uma década depois de ter dado os primeiros passos na música, Jimmy P estreia-se agora a solo com “#1”, um disco de “hip-hop” e R&B.

Redação CARAS
27 de abril de 2014, 19:00

Filho do antigo jogador do Futebol Clube do Porto Jorge Plácido, Jimmy P estreia-se a solo com #1, um disco que denota influências de hip-hop, reggae, R&B e rock. Depois de ter colaborado com os Expensive Soul, Valete e Bezegol, o músico e compositor arrisca agora em nome próprio e as reações têm sido bastante positivas.
Descendente de uma família angolana, Jimmy P – que tem como nome de batismo Joel Plácido – nasceu no Barreiro e com três anos mudou-se para Paris. No regresso a Portugal, o Porto tornou-se a sua casa e é na Invicta que tem desenvolvido o gosto pela música. Nos tempos livres, gosta de jogar futebol, desporto que, a par da música, é a sua grande paixão.
O Livro: "Venenos de Deus, Remédios do Diabo"
É uma história que se reveste do incrível imaginário místico e supersticioso tão característico de Mia Couto. Conta a história de um português que se apaixona por uma moçambicana e descreve de forma extremamente divertida a forma como ele se perde e deixa absorver pela cultura popular moçambicana.
O CD: “The Miseducation of Lauryn Hill“
Este é o melhor álbum de todos tempos. Um disco onde se encontra o equilíbrio perfeito entre a fusão de estilos, a musicalidade, o conteúdo e a profundidade. É um disco que marcou a minha adolescência e o meu percurso como músico.
O Concerto: The Fugees

Vi-os ao vivo no Zenith, em Paris, e foi o melhor concerto da minha vida. Simples­mente inacreditável. São a minha banda preferida, uma das bandas mais completas e versáteis de sempre. Foi arrepiante ouvir um coro de sete mil pessoas a cantar Killing me Softly.
O Filme: “The Great Debaters“

Um elenco de luxo, com alguns dos meus atores preferidos: Denzel Washington e Forest Whitaker. Este filme é baseado em factos verídicos, retrata a história de uma pequena universidade afro-americana do sul segregacionista dos EUA que decide criar uma equipa de debate para enfrentar o preconceito e a perseguição, numa competição nacional de conhecimento.
O Restaurante: O Zé da Serra
Também conhecido como O Zé Ladrão, é um restaurante junto à Serra do Pilar, em Gaia. Foi o meu pai que mo deu a conhecer e é tipicamente portuense: acolhedor, barulhento e com um serviço muito bom.
O Fim de semana: Londres
É uma cidade eletrizante, frenética e cheia de vida. Vou a Londres no mínimo uma vez por ano. As viagens são económicas, e é o local ideal para quem gosta de fazer compras, comer bem e sair à noite.

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