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Cristina Bacelar

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D.R.

A escolha de... Cristina Bacelar

A guitarrista e cantora portuense integra desde 2009 o grupo As 3 Marias, que criou um novo conceito de música de fusão: tango da Invicta.

Redação CARAS
10 de novembro de 2013, 19:00

Cristina Bacelar, natural do Porto, onde reside, dedicou-se sempre à música, quer como professora quer como música. Fez parte, desde a sua génese, do projeto Frei Fado D’el Rei, com o qual fez diversas digressões na Europa e na América, e tocou com músicos como os Madredeus, Carlos Paredes, Vitorino ou Uxía, entre outros.
Em 2007, editou o primeiro disco a solo, I, um tributo a Florbela Espanca, e há quatro anos formou com a acordeonista Fátima Santos e a violinista Ianina Khmelik o grupo As 3 Marias, no qual assegura a guitarra e a voz. Quase a Primeira Vez, CD de estreia do trio, assumiu uma forte influência do tango, tal como acontece em Bipolar, o trabalho discográfico que acaba de chegar ao mercado.
CristinaBacelar, natural do Porto,onde reside, dedicou-se sempre à música, quer como professora quer como música.Fez parte, desde a sua génese, do projeto Frei Fado D’el Rei, com o qual fezdiversas digressões na Europa e na América, e tocou com músicos como osMadredeus, Carlos Paredes, Vitorino ou Uxía, entre outros.
Em 2007, editou o primeiro disco a solo, Descartabilidade, um tributo a FlorbelaEspanca, e há quatro anos formou com a acordeonista Fátima Santos ea violinista Ianina Khmelik o grupo As 3 Marias, no qual assegura aguitarra e a voz. Quase a Primeira Vez, CD de estreia do trio, assumiuuma forte influência do tango, tal como acontece em Bipolar, o trabalhodiscográfico que acaba de chegar ao mercado.
O Filme: “La Femme d’à côté”
La Femme d’àCôté, de FrançoisTruffaut. Uma história de amormal resolvida... Vi-o inúmeras vezes. E fico sempre à espera que o final sejadiferente. Acredito que as histórias de amor, quando acabam, têm que ficarresolvidas e tornarem-se o princípio de uma grande amizade.
O Livro: “Por amor à Índia”

Numa Índia à descoberta da sua independência, duas personagensencontram-se. Apesar de pertencerem a mundos completamente diferentes, o livrodiz-nos que o amor é possível. No mundo atual, onde a descartabilidade dosafetos e a ausência de valores políticos e ideológicos imperam, este livro éuma elegia de esperança! Aliás, recomendo os livros todos da CatherineClément, uma mulher que escreve magis­tralmente, completamente influenciadapelo antropólogo e filósofo Lévi-Strauss.
A Peça: “As Três Irmãs”

As Três Irmãs, de Tchekhov, com encenação de EimuntasNekrosius. É uma peça que retrata o desconforto. A busca da felicidade naprojeção de um sonho... dos momentos felizes passados numa infância. As trêsirmãs, entre esperança e desconcerto, acabam reduzidas à contingência de umquotidiano... dá que pensar! Porquê esta encenação? Porque “o teatro é umantídoto contra a pressa dos tempos”, como diz o Nekrosius.
O Restaurante: O Carteiro

O Carteiro, no Porto, no Largo do Ouro, junto ao rio Douro. Além daexcelente comida e da simpatia do Nuno e da Graça, encontram-sesempre amigos em longas tertúlias. Recomendo o folhado à Carteiro acompanhadocom castanhas e migas.
O Concerto: Vários

Astor Piazzolla, há muitosanos,fez-me sentir o tango... Paco de Lucía, que me fez amar oflamenco... Uma jam session em Londres com o compositor e guitarristacontemporâneo Leo Brouwer... E, claro, o grande mestre Carlos Paredesno Salão Árabe do Palácio da Bolsa, no Porto.

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