Nas Bancas

Miguel Gameiro

Miguel Gameiro

D.R.

A escolha de… Miguel Gameiro

Aos 18 anos começou a sua carreira na música, como vocalista dos Pólo Norte. Aos 36, durante uma pausa da banda, lançou-se a solo com um CD de grande sucesso, 'A Porta ao Lado'.

Redação CARAS
20 de novembro de 2011, 17:54

Nascido em Lisboa, em 1974, Miguel Gameiro tornou-se conhecido como vocalista dos Pólo Norte, banda de que foi um dos fundadores, em 1992, tendo editado sete álbuns, dois dos quais foram disco de ouro. Em 2010, inicia carreira a solo com A Porta ao Lado, cujo primeiro single, Dá-me um Abraço, lhe vale uma nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Música, e em outubro passado um disco de ouro por mais de dez mil unidades vendidas. O ano passado fica ainda na sua biografia como o da entrada na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, para frequentar um curso de Gestão e Produção em Cozinha. Cozinhar é, aliás, uma das ocupações dos seus tempos livres, divididos com a escrita de canções e o cinema.

O filme: "Cinema Paraíso"
A história de um cineasta que começa a sua relação com o cinema numa pequena cidade, onde, por intermédio do seu amigo Alfredo, o projecionista, podia assistir à projeção dos filmes no Cinema Paradiso. Dirigida por Giuseppe Tornatore, esta ode à amizade, onde a inocência da infância é retratada de forma sublime e contagiante, é das mais belas homenagens ao cinema, enquanto arte.

O restaurante: Vários
Azeite e Alho, de Ivo Loureiro, em Apúlia; Doc e Dop, de Rui Paula; Alma, de Henrique Sá Pessoa; Manifesto, de Luís Baena; 2780 Taberna, de Nuno Barros; O Cantinho do Avillez, de José Avillez; Casa Galega, em  Paço de Arcos.

O livro:  “O Fim da Ilusão”
Para refletir profundamente sobre o estado do Estado. Henrique Medina Carreira, antigo ministro das Finanças, faz-nos um retrato económico e social do País, de forma clara e incisiva, como nos habituou. Um livro que fala das causas que contribuíram para a preocupante situação económica que atravessamos e que abre caminhos para a sua resolução. Tudo isto ao estilo único de Medina Carreira. Leitura obrigatória para os tempos que vivemos.

A canção: "Bohemian Rhapsody"
Recordo-me de assistir ao Live Aid, em 1985, e de ficar colado ao televisor quando Freddie Mercury e os Queen se impuseram em palco, levando Wembley ao rubro. Gravada originalmente em 1975, no álbum A Night at the Opera, com uma estrutura musical fora do comum para a altura, Bohemian Rhapsody é, para mim, uma das canções mais extraordinárias alguma vez compostas.

As férias: Los Angeles - São Francisco - Death Valley - Las Vegas - Grand Canyon,  de Harley Davidson
A oportunidade única de conhecer (um pouco) um imenso país, para além daquilo que nos chega diariamente pelos noticiários. Pela sua imensidão, em cerca de 3 mil kms a paisagem altera-se vezes sem conta, passando de uma vincada urbanidade para um imenso nada. Fazer parte desta viagem de mota, na clássica Harley Davidson, teve um sabor muito especial.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras