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Tim Madeira

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Mike Sergeant

A escolha de... Tim Madeira

Arquiteto de formação e artista plástico multifacetado, Tim Madeira, de 56 anos, é também um apaixonado por viagens. As suas escolhas refletem algumas destas suas vivências.

Cláudia Alegria
23 de outubro de 2011, 20:30

O pai era arquiteto e pintor de aguarelas, a mãe tinha formação em restauro pela Fundação Ricardo Espírito Santo. Natural de Lisboa, Tim Madeira cresceu  num mundo muito rico em cultura de arte, pelo que começou a sua formação com o curso de Iniciação às Artes Plásticas, no Museu de Arte Antiga, seguindo-se o curso de Comunicação Visual do Prof. Martins Correia, e o curso de Fotografia na Ar.Co. Frequentou ainda o curso de pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, e formou-se em Arquitetura na Escola Superior de Arquitetura de Madrid e na Universidade Técnica.

O Museu

Museu Indo-Português de Cochim, Índia

Museu subsidiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. O exotismo e a familiaridade simultânea, com o contexto da cidade tão cheia de evocações multiculturais, mas onde se sente com muita ternura a cultura portuguesa.

O Quadro

Retrato da mãe, por Vidal Quadras

O retrato da minha mãe pelo pintor espanhol Vidal Quadras. A recordação dos momentos em que o vi pintar, durante as prolongadas visitas, enquanto estudei em Madrid.

A Cidade

São Petersburgo

Pela dignidade e integridade. É uma viagem a um passado muito intacto... Nunca esquecerei as fachadas da cidade ao longo dos canais, iluminadas pelos intermináveis pores-do-sol.

O Hotel

Quilalea; Casa Palopó; Royal Angkor...

Quilalea, no arquipélago das Quirimbas, Moçambique: a presença do Índico que se podia desfrutar com a escolha sempre diferente do local das refeições na praia, na encosta, no mangal. Casa Palopó, no Lago Atitlán, na Guatemala: as cores vivas do edifício encaixado nas encostas, a coleção de obras com quadros de Botero, e as vistas para o lago a mais de 2000m de altitude e rodeado de cinco vulcões... Royal Angkor, em Siam Reap, no Camboja: a arte de bem receber após a visita com os monges às ruínas de Angkor ao fim da tarde. O estímulo máximo do espírito... Em Portugal, o Palácio Belmonte no momento do pequeno-almoço no jardim, perto das ervas aromáticas, com vista para o Tejo.

A Viagem

Síria

Pela surpreendente densidade monumental da Antiguidade Clássica.

O Restaurante

A bordo do barco 'Roi Soleil'

No canal do Midim, no sul de França, pelo requinte, estética, surpresa, sabor e diversidade num espaço com tantas limitações logísticas.

A Música

Clássica

Clássica e outras. Não vou esquecer o concerto/performance de Laurie Anderson com William Burrowghs. Momento único que testemunhei em Nova Iorque no início dos anos 80.
 

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