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D.R.

Carmina Burana de Carl Orff e a Nona Sinfonia de Beethoven

Espetáculo regressa ao Coliseu do Porto

Redação CARAS
28 de novembro de 2011, 10:43

Dado o êxito do ano passado, a Orquestra e Coro da Filarmónica da Moldávia vai regressar ao Coliseu do Porto, no próximo dia 12 dezembro, com o espetáculo Carmina Burana de Carl Orff e a Nona Sinfonia de Beethoven.
Carmina Burana, é a obra mais célebre do compositor alemão Carl Orff, inspirada numa colecção de poemas medievais dos séculos XII e XIII descobertos em 1803 no mosteiro Beneditino de Beuern (Alta Baviera). Consiste em cerca de 300 poemas escritos em latim medieval e outros 50 escritos numa mistura de Alemão antigo, Latim e Francês. Os goliardos, autores anónimos destes poemas, eram clérigos ou estudantes vagabundos, que levavam uma vida irregular, fora das regras institucionais. Os temas destes poemas são variados: canções de amor, de taberna, sátiras, canções estudantis que emanam uma filosofia simples e directa do amor pela vida. Carmina Burana constitui, em última análise, um canto ao amor e aos prazeres terrenos. Retratam a piedade cristã e o hedonismo pagão com um espírito despreocupado, de alegria e zombaria, que contrastam totalmente com a concepção sobre a vida e a morte que tradicionalmente se atribui ao Medievo.
A Nona Sinfonia em Ré Menor, o “Coral” é o hino mais conhecido à Fraternidade Universal, e tem sido frequentemente ouvida em acontecimentos oficiais, como a Reunificação Alemã ou os Jogos Olímpicos. A sua estreia, no Teatro da Corte Imperial de Veneza em 1824, despertou grande expectativa: ninguém quis perder a apresentação da esperada sinfonia e da que podia ser a última aparição pública do génio alemão, o que ocorreria, pois nos três anos seguintes e até à sua morte, Beethoven permaneceu em casa padecendo de várias doenças. O recital cumpriu de longe todas as expectativas. No fim do concerto, o compositor subiu para a plataforma com as costas viradas para o público e estava tão surdo que uma solista teve que lhe indicar para que desse a volta e se desse conta que o público aplaudia calorosamente. A partitura original da Nona Sinfonia foi declarada pela Unesco, Património Universal da Humanidade.
Preços de €20 a €44
Duração prevista: 2h00, com intervalo
Classificação etária: M/4

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