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CARAS Motores: Na cidade com a Honda PCX 125

Uma scooter prática, elegante e económica, ideal para quem vive e trabalha na cidade.

Pedro Amante
27 de julho de 2011, 01:55
FOTOS: Honda

Nos tempos que correm, economia é uma palavra chave na maioria dos agregados familiares, principalmente quando o aumento dos preços dos combustíveis acontece a um ritmo nunca visto. Por outro lado, a consciência para os problemas ambientais está cada vez mais enraizada na mentalidade das pessoas, daí que a popularidade das
scooters
de baixa cilindrada tem crescido um pouco por toda a Europa e Portugal não é exceção. A juntar a estes dois argumentos está também o facto de apenas ser necessário ter carta de carro para conduzir uma moto de 125 cm3.


Indiscutivelmente, a Honda PCX apresenta todas estas características, mas o seu melhor cartão de visita é sem dúvida o consumo: 2,1 Lt / 100Km. Já imaginou quanto gastaria em combustível para fazer os mesmos quilómetros num automóvel por muito económico que seja? Certamente que muito mais. A contribuir para estes valores está o inovador sistema
Stop&Go
, ideal para quem faz um uso maioritariamente citadino. Este sistema consiste na paragem automática ao ralenti, que desliga automaticamente o motor após 3 segundos ao ralenti. Mal rodamos o acelerador, o motor volta a arrancar.


Fizemos um total de cerca de 300 Km com a Honda PCX e não há dúvida de que as estradas citadinas são o seu habitat natural. É o meio de transporte ideal para as deslocações casa-trabalho-casa, leve, de fácil maneabilidade e divertido de conduzir. Das vezes em que tentámos a auto-estrada, o vento revelou-se o principal inimigo. Talvez a proteção disponível como acessório se torne realmente indispensável neste tipo de utilização, principalmente quando se circula acima dos 80 Km/h.


Hoje em dia, a baixa cilindrada já não é sinónimo de menos conforto ou estilo e isso percebe-se após alguns quilómetros com a PCX. A posição de condução é extremamente cómoda e descontraída, independentemente da estatura do condutor. O banco é baixo e os pousa-pés são longos e espaçosos. A área destinada ao passageiro também é bastante aceitável. Por baixo do banco há um compartimento de arrumação com tranca que comporta um capacete integral e ainda sobra algum espaço. Na parte dianteira ainda existe um pequeno porta-luvas. Quem precisa de mais espaço pode optar por uma
top case
de 26 litros, disponível na gama de acessórios.

O painel de instrumentos apresenta um velocímetro, um indicador para o sistema de paragem automática ao ralenti do motor (
Stop&Go
) e um indicador do nível de combustível. Apenas sentimos falta de um relógio.


Quanto ao motor, o seu funcionamento é eficiente, suave e silencioso. A aceleração é surpreendentemente rápida, capaz de percorrer os primeiros 50 metros em apenas 5,5 segundos.

O motor está equipado com o sistema de injeção de combustível PGM-FI da Honda, que assegura uma entrega de potência ininterrupta, reduzindo as emissões e os consumos de combustível, cujo depósito apresenta uma capacidade de 6,1 litros.

O modo de
Stop&Go
é ativado ou desativado através de um interruptor localizado no punho direito e que permite melhorar a economia de gasolina em mais 5%.


A PCX é uma scooter muito fácil de conduzir. O raio de viragem é curto, o que facilita as manobras em espaços mais apertados. Vem equipada com pneus de 14 polegadas e jantes de liga leve que possuem Sistema de Travagem Combinada. Este sistema igualiza de forma eficiente as forças aplicadas ao disco de travão dianteiro e ao travão traseiro de tambor, proporcionando uma travagem suave e progressiva. Quanto à suspensão, achámo-la um pouco dura, principalmente, nas estradas mais 'acidentadas'.


Prática, elegante e económica, a PCX é uma excelente opção para quem vive e trabalha na cidade. Está disponível em branco, preto e cinza, pelo preço de 2.470 €.
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