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A alma do casamento José Carlos e João Piano

Para os irmãos Piano, das lojas Flor, o chique está nos pormenores

Cristiana Rodrigues
14 de julho de 2009, 16:19

"Começamos sempre pelo gosto dos noivos". O ponto de partida para os proprietários das lojas Flor é, precisamente, a preferência dos noivos. "Quando as pessoas não sabem muito bem que tipo de flores querem, sabem sempre aquilo de que não gostam."

Excluídas as flores ou as cores de que não se gosta, o local do copo-de-água ou o vestido de noiva podem dar o mote aos arranjos florais, que vão dar cor à festa. "A forma como um buquê ou um centro de mesa estão trabalhados é o mais importante. É o que vai dar distinção ao casamento. E pode também funcionar como fio condutor entre o vestido, a cerimónia religiosa ou civil e o copo-de-água." Portanto, se não quiser ficar pelas tradicionais rosas brancas, arrisque e escolha flores e cores de que, à partida, não se lembraria. "Não há flores proibidas. Pode usar-se tudo." Importante é ter em atenção o número de convidados, porque "os arranjos funcionam sempre em função do número de mesas".

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