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Maria Rueff sobe ao palco do Coliseu dos Recreios para receber Globo de Ouro

Foi premiada na categoria de Melhor Atriz de Teatro pelo trabalho na peça ‘Lar, Doce Lar’, encenada por António Pires. O troféu foi entregue por Débora Falabella e Murilo Benício.

Redação CARAS
19 de maio de 2013, 23:09

Maria Rueff estava nomeada para a XVIII Gala dos Globos de Ouro na categoria de Melhor Atriz de Teatro, juntamente com Isabel Abreu (Três Dedos Abaixo do Joelho), Margarida Marinho (Cenas da Vida Conjugal) e Rita Blanco (Desastres do Amor) e acabou por ser a eleita para receber o troféu. A atriz vê, assim, distinguido o seu desempenho na peça Lar, Doce Lar, com encenação de António Pires. De referir que este foi o primeiro trabalho em que Maria Rueff e Joaquim Monchique estiveram juntos em palco e, tal como acontece em televisão, a diversão ficou garantida.
Antes de entregar o prémio, Débora Falabella e Murilo Benício fizeram questão de enaltecer o papel do teatro na formação de um ator. "O teatro é a grande escola da representação", afirmou Murilo Benício, que veste a pele de Tufão na novela Avenida Brasil.

Maria de Deus Rueff de Saro Negrão nasceu na Beira, Moçambique, a 1 de junho de 1972 e é uma das atrizes de comédia mais conhecidas em Portugal. Entrar na Faculdade de Direito de Lisboa chegar a ser uma opção, mas Maria Rueff decidiu trocar as leis pela representação, tendo-se especializado em Formação de Actores na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.
A estreia aconteceu em 1991, na peça Quem Muda a Fralda à Menina?, do castelhano Francisco Ors, e sob a direção de Armando Cortez.
Ao lado de João Baião começou a animar a noite lisboeta com pequenos espetáculos em cafés. Foi então descoberta por Herman José e pouco tempo depois dava os primeiros passos em televisão, sob a alçada de Ana Bola. Participou em Os Bonecos da Bola (1993), A Mulher do Senhor Ministro (1994) e Herman Zap (1996), entre outros. Foi nesta altura que passou a integrar o elenco fixo dos programas de Herman José - Herman Enciclopédia (1997), Herman 98 (1998), Herman 99 (1999), Herman SIC (2000). Zé Manel Taxista, Rosette e Idália são algumas das suas personagens que mais marcaram o público.
Em 2001 estreou-se a solo em televisão, em O Programa da Maria, onde deu a conhecer novos talentos do humor português como Pedro Tochas, Mina Andala ou Nuno Lopes.
Entretanto foi também participando em peças de teatro – Inox (2002), Antes Eles Que Nós (2005), Celadon (2005), Avalanche (2006) – e filmes – Os Imortais (2003), A Passagem da Noite (2003), Filme da Treta (2006).
Mais recentemente integrou o elenco de Estado de Graça, na RTP, um programa de sátira a assuntos da atualidade. Nesta aventura esteve novamente rodeada por Ana Bola e Joaquim Monchique, entre outros humoristas.

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