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António Fonseca

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Melhor Ator Teatro: António Fonseca

Nomeado pelo trabalho na peça ‘Vermelho’, encenada por João Lourenço.

Redação CARAS
16 de maio de 2012, 19:45

Lado a lado com João Vicente na peça Vermelho, António Fonseca interpreta Mark Rothko, um pintor que contrata um jovem assistente para executar uma série de murais para um restaurante de luxo.
Neste espetáculo, os dois protagonistas embarcam numa “viagem pela vida e obra de pintores como Miguel Ângelo, Jackson Pollock e Andy Warhol, e a prestação de António Fonseca valeu-lhe a sua segunda nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Ator de Teatro.
António Manuel Ferreira da Fonseca nasceu em 1958 e formou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Da Filosofia deu o salto para o Teatro, tendo concluído, em 1977, o Curso de Formação de Actores na Escola de Formação de Actores do Centro Cultural de Évora. Obteve o diploma de formador para as áreas de Teatro e Expressão Dramática, da Universidade do Minho, em 1996. E a formação académica tem, ainda hoje, um lugar muito importante na sua vida. Ao longo dos anos, tem lecionado várias disciplinas ligadas ao Teatro e à Expressão Dramática nas Universidades de Coimbra, Porto, Évora e Católica Portuguesa e realizado vários projetos de âmbito teatral em várias escolas secundárias do país.
Em cima dos palcos, destacam-se as suas participações em A Floresta, de Ostrovski, com encenação de Luís Miguel Cintra e produção do Teatro da Cornucópia; Waiting for Godot, de S. Beckett, com encenação de Miguel Seabra, no Teatro Meridional; Woyzeck, de G. Buchner, com encenação de Nuno Cardoso e produção do Teatro Nacional São João; Os Portas de Godberg, com encenação de Almeno Gonçalves; Passagem, de Pedro Eiras; Purificados, de Sarah Kane, com encenação de Nuno Cardoso e produção Ao Cabo Teatro; e O Caos é Vizinho de Deus, de Lárs Nóren, com encenação de Paulo Castro e produção do Festival de Teatro Ponti.
Tem trabalhado como ator em televisão e no cinema. Participou nos filmes A Caixa e Porto da Minha Infância, de Manoel de Oliveira, Os Mutantes, de Teresa Villaverde e O Gotejar da Luz, de Fernando Vendrell, e nas produções da RTP Quando os Lobos Uivam e Ora Viva!.
Está nomeado para a XVII Gala dos Globos de Ouro ao lado de Dinarte Branco (na peça Morte de Judas), Elmano Sancho (na peça Não se Brinca com o Amor) e Ivo Canelas (na peça Amadeus).

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