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Melhor Ator Teatro: Carlos Paulo

O ator, de 59 anos, está nomeado pelo desempenho na peça 'O Rei Está a Morrer'.

Rodrigo Freixo
10 de maio de 2011, 17:42

Carlos Paulo nasceu a 11 de junho de 1951, em Angola. Ator e encenador, fundou com João Mota o Teatro da Comuna, um dos grupos teatrais independentes mais prestigiados de Portugal, cuja primeira peça foi Para Onde Is?, em 1972. Como ator ficou conhecido por uma grande expressividade dramática, tendo as suas melhores interpretações acontecido no Teatro da Comuna, com peças como Feliciano e as Batatas, 1972, A Mãe, 1977, Homem Morto, Homem Posto, 1979, Guerras de Alecrim e Manjerona, 1979, A Castro, 1983, e Calígula, 1986. Peças nas quais assinou também a autoria dos figurinos. Em 1989 organizou no teatro que havia fundado o Festival da Otite. Colaborou ainda com Filipe La Féria, como interprete na peça A Importância de se Chamar Ernesto.

No cinema começou cedo, em 1969, com o filme As Deambulações do Mensageiro Alado, e mais tarde em Cerro Maior e Uma Vida Normal, entre outros.

Na televisão esteve em séries como Cabaret ou Sim Sr. Ministro, e na famosa e saudosa Duarte & Companhia, participando em dois episódios.

Coincidências de uma vida repleta de êxitos, acaba por ser nomeado para os Globos de Ouro 2011 no teatro que fundou e que tanto ama, o Teatro da Comuna, e pelo amigo João Mota, que encenou a peça
O Rei Está a Morrer
. Carlos Paulo faz o papel de um rei numa luta inglória contra a morte. Uma interpretação intensa que lhe valeu a nomeação para Melhor Ator de Teatro.

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