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Sharam Diniz recebe prémio no Coliseu dos Recreios

A manequim luso-angolana foi distinguida durante a XVIII Gala dos Globos de Ouro.

Redação CARAS
20 de maio de 2013, 00:04

Sharam Diniz arrecadou o Globo de Ouro de Melhor Modelo Feminino, para o qual estava nomeada juntamente com Ana Sofia, Milena Cardoso e Sara Sampaio.
“Boa noite a todos. É um prazer enorme estar aqui hoje à noite. São muitas as pessoas para agradecer e espero conseguir dizer o nome de toda a gente antes de a música começar.
Gostaria de agradecer em especial à minha mãe que me surpreendeu hoje de manhã ao chegar de Luanda para me acompanhar aqui esta noite. Quero parabenizar as minhas colegas, em especial a Ana Sofia e à Milena Cardoso que inspiraram muitas raparigas, incluindo eu, pois já andavam nesta vida muito antes de eu sonhar com a moda”, afirmou Sharam Diniz em lágrimas. Para terminar o seu discurso agradeceu à sua agência, a L’Agence, e aos angolanos presentes pelo apoio que tem recebido.
O prémio foi entregue por João Ricardo e Raquel Strada.

Nascida em Angola e com dupla nacionalidade angolana e portuguesa (tem um avô português e parte da família ainda vive no nosso país, além de os pais cá manterem uma casa), a manequim Sharam Diniz, de 22 anos, está a conquistar terreno a nível internacional. Depois de ter participado na exclusiva Semana da Moda de Nova Iorque, conseguiu integrar o apetecível lote de modelos que desfilam com asas de anjo para a Victoria’s Secret num espetáculo cuja transmissão televisiva é vista por milhões de pessoas em todo o mundo. Filha de um engenheiro civil e de uma assistente de bordo que chegou também a participar em desfiles, Sharam começou a sua carreira em Luanda, onde é uma autêntica celebridade. Decidiu então tentar a sorte em Portugal, onde a L’Agence lhe abriu as portas de uma carreira internacional. A partir daí, foi só somar sucessos.
Independência e perseve­rança são características que a distinguem – “acho que para vencer no mundo da moda é preciso ser honesto e ter personalidade, pois é isso que nos distingue”, defende –, pelo que encara com naturalidade o facto de ter ido sozinha para Nova Iorque, depois de já ter estudado Events Management em Londres. “Ter vindo para Nova Iorque viver e estar sozinha ajudou-me a crescer como mulher, mas não deixo de ter o apoio diário dos meus pais. Falo com eles praticamente todos os dias. Tenho uma família grande e damo-nos todos bem, graças a Deus”, contou à CARAS apenas alguns dias depois de ter desfilado com os ‘anjos’.
 

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