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Raquel Tavares eleita Melhor Intéprete Individual

O ano de 2017 foi marcado pela lançamento do álbum ‘Roberto Carlos por Raquel Tavares’.

CARAS
21 de maio de 2018, 00:41

Raquel Tavares venceu o Globo de Ouro de Melhor Intérprete. fadista não esteve presente na gala mas deixou uma mensagem. Raquel deu os parabéns a todos os nomeados e agradeceu a todos os fãs.

Aos 33 anos, pode-se dizer sem exageros que a fadista tem o mundo a seus pés. Um reconhecimento que vem associado a um longo percurso, que se iniciou quando tinha apenas 12 anos e venceu a Grande Noite do Fado, uma iniciativa da Casa da Imprensa. No seu percurso, destaque para a passagem por casas de fado como Café Luso, Senhor Vinho, Adega Machado, Adega do Mesquista e Bacalhau de Molho.

Em 2006, Raquel lança o seu primeiro álbum homónimo, produzido por Jorge Fernando, que também a acompanhou à viola. No mesmo ano recebeu o "Prémio Amália Rodrigues" para "Revelação Feminina", da Fundação Amália Rodigues. Um ano depois, a distinção chega através da Casa da Imprensa que lhe entrega o "Prémio Revelação".Segue-se, em 2008, o álbum produzido por Diogo Clemente, Bairro.

Em 2016, foi lançado Raquel, um álbum que contou com participações especiais de Rui Massena, Carlão e Rui Veloso. Sobre este trabalho, em declarações feitas à CARAS na altura do lançamento, afirmou: “Na verdade, este disco tem imensa tradição, mas portuguesa. Tem uma enorme dinâmica, com muitos altos e baixos emocionais e era isso que queria, chegar às pessoas, fazê-las rir e chorar, como num espetáculo ao vivo.”

Um percurso que foi seguido por atuações em palcos nacionais mas também lá fora com concertos em Paris, Roma, Madrid e Santiago do Chile.

Em 2018 lança o álbum que é um tributo a um dos nomes maiores da música brasileira: Roberto Carlos por Raquel Tavares. O desafio foi lançado pelo produtor Max Pierre, que desejava que alguém cantasse os temas do artista brasileiro mas em português de Portugal. “Tinha uma semana para gravar 14 temas”, contou Raquel em entrevista ao Ípsilon. “Mas gravei-os em duas tardes. Dois takes cada. Foi muito fácil para mim assumir a linguagem dessas canções, porque eu tinha muito presente o Roberto Carlos na minha cabeça. O Max pediu que eu respeitasse de alguma forma o atraso do Roberto Carlos no canto, o dengo do Brasil, e assim foi.”

O álbum foi um sucesso e prova de que a vontade de Raquel, expressa em 2016, foi cumprida: “Agora decidi que, mais do que ser fadista, quero ser artista.”

Na mesma categoria estavam nomeados Miguel Araújo (Giesta), Richie Campbell (Lisboa) e Salvador Sobral (Excuse Me Ao Vivo).

Veja a cobertura completa e as imagens exclusivas na edição desta semana da CARAS.

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