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Bárbara Guimarães promete surpreender nos Globos de Ouro

Sem querer revelar muito sobre o que vai acontecer na grande noite de 19 de maio, Bárbara desvenda um pouco o que vai usar e revela qual vai ser o tema da gala deste ano: as telenovelas.

Redação CARAS
19 de maio de 2013, 11:00

No ano em que comemora os seus 20 anos de carreira, Bár­bara Guimarães prepara-se para apresentar mais uma Gala dos Globos de Ouro, a sua oitava. A apresentadora promete surpresas e levanta a ponta do véu em relação à grande noite e ao que vai usar.
– Ainda lhe dá gozo apresentar a gala, mesmo passados oito anos?
Bárbara Guimarães – É um grande prazer apresentar esta gala há tanto tempo. Os globos são sempre uma grande surpresa, nunca há um ano igual ao outro. O facto de ser um programa em direto permite grandes momentos de improviso, de que eu gosto muito.
– Recorde um que a tenha marcado.
– Há vários. Recordo a emoção com que recebi o Globo de Melhor Apresentador e lembro-me perfeita­mente que o Henrique Mendes também estava nomeado, tal como o Herman José. Foi um momento muito bonito, a primeira coisa que fiz foi correr para os braços deles e dei-lhes um grande abraço. No fundo, foi aí que comecei a minha história com os Globos de Ouro. Mas lembro também várias brincadeiras e algumas aventuras, como quando estava dentro de um cofre gigante e não havia lá dentro onde me segurar. Ele estava a ser puxado por vários homens e com os solavancos acabei por cair. Estava de vestido compridíssimo, com uma grande cauda, e com o cabelo todo armado e, a segundos de ir para o ar, caí. Quando a porta do cofre se abriu ainda me estava a compor. Outra foi quando estava também a usar um vestido com uma grande cauda, muito rodado e cheio de flores, e de repente não me conseguia mexer porque o Dr. Francisco Balsemão estava a pisá-lo com os dois pés e eu perguntei-lhe: “Posso pedir-lhe que não pise o meu jardim?”
– E este ano o que é que a Bárbara nos vai trazer de novo?
– Os Globos vão mudando de ano para ano, já tivemos edições que se centraram muito na política, outras mais sarcásticas, mais opinativas que provocavam a plateia e o espectador, e eu gostei muito dessa fase. Gosto de uma certa pimenta. Este ano, o tema é centrado nas novelas e mais não posso dizer.
– E sobre os vestidos que vai usar?
– Posso prometer uma aber­tura apimentada e acho que é primeira vez que o meu vestido é curto, o que faz todo o sentido num enredo de novelas, música, cinema, teatro. E depois há o outro que o José António Tenente está a preparar, aquele em que ele tem sempre mais prazer, que é o vestido glamoroso dos globos. Além do tema da gala, o Tenente pensou, e bem, em fazer uma justa homenagem à revista CARAS, portanto, os dois vestidos terão tudo a ver com a CARAS. Gosto da mudança em relação aos vestidos. No programa Portugal Tem Talento abri a gala da grande final vestida de Lady Gaga com uma peruca loira e um mini vestido prateado.
– Nesses momentos nunca receia cair no ridículo?
– Parto para as coisas sempre com muito boa disposição, de resto, é a forma como me sinto inteira no meu trabalho, preciso de me sentir bem e feliz, porque transmitir essa felicidade às pessoas também é um bem para o programa e para os apresentadores.
– Já usou vestidos bastante ousados. O seu marido comenta os decotes ou as minissaias?
– Ele gosta sempre do que uso, gosta das minhas ousadias, e ficou contente com esta ideia do vestido curto. Como sempre, vai estar na primeira fila a aplaudir-me e a aplaudir aquilo que é tão bom continuarmos a fazer, que é prestigiar o talento nacional.
– Está a celebrar 20 anos de car­reira. Que balanço faz?
– Vinte anos numa profissão que adoro, com esta a garra, vontade e dedicação que tenho pelo que faço... Venham mais 20 e depois mais 20!
– Depois de ter tido o Dinis ou a Carlota, nunca pensou largar o trabalho e ficar em casa para ser mãe a tempo inteiro? Ou precisa desta agitação e adrenalina do trabalho?
– Com certeza que preciso e até sou uma mãe mais feliz assim, porque tudo faz parte da forma de se estar na vida. O trabalho é, sem dúvida, fundamental. Ter trabalho é muito bom e, infelizmente, começa a ser um privilégio.
– O marido sempre a apoiou nesta longa carreira na televisão? Nunca lhe pediu para parar?
– Sempre conciliámos tudo muito bem, não só a vida de família, que gostamos de ter e de cuidar, e que está reservada a este nosso núcleo, mas também a nossa vida a dois, o tempo de namorar, de passear, de estarmos juntos...

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