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Sofia Cerveira: Charme e simpatia na 'red carpet' da Gala do Ano

Pelo sétimo ano consecutivo, Sofia Cerveira vai estar na passadeira vermelha da Gala dos Globos de Ouro a receber os convidados. A seu lado terá o colega e amigo Ricardo Pereira.

Redação CARAS
18 de maio de 2013, 15:00

Sofia Cerveira e Ricardo Pereira vão ser os apresentadores e anfitriões da passadeira vermelha da XVIII Gala dos Globos de Ouro, no Coliseu dos Recreios. Entusiasmada por dar, pela sétima vez, as boas-vindas às centenas de convidados que pisam a mais famosa red carpet do país, a apresentadora do E-Especial partilhou com a CARAS o que espera desta noite em que se vai homenagear o talento nacional.
– Acredito que seja gratificante para si participar na Gala dos Globos de Ouro de uma maneira tão especial...
Sofia Cerveira – Sim, sem dúvida. Ser a apresentadora da passadeira vermelha dá-me imenso prazer. É um privilégio ser a anfitriã desse momento, que é onde se vive todo aquele nervosismo que antecede a grande Gala. E, claro, a passadeira vermelha é o momento durante o qual se mostra todo o glamour.
– E vai partilhar todos esses momentos com o Ricardo Pereira, que também apresenta consigo o programa E Especial...
– Sim, penso que já apresento a passadeira vermelha com o Ricardo há três ou quatro anos e é algo que encaramos com muita responsabilidade – porque é um direto e temos de nos preparar muito bem –, mas que também vivemos com uma atitude de festa. Como somos amigos, é algo que passa o campo profissional. Estamos ali a fazer as entrevistas com muita alegria. Ali, estou como profissional e apresentadora, mas também desfruto do evento e divirto-me.
– Como é que se prepara para estar na passadeira vermelha?
– Faço muito bem a minha pesquisa. Tento saber todas as curiosidades dos Globos de Ouro e pesquiso quem foi a pessoa que até hoje ganhou mais Globos de Ouro, se algum dos nomeados é repetente, quantas pessoas estão envolvidas na preparação da cerimónia, quantas pessoas estão a assistir na plateia e claro que tenho de saber na ponta da língua quais são todos os nomeados.
–Apresenta o desfile da passadeira vermelha há sete anos. Como é que consegue reinventar-se?
–  Parte disso começa logo no meu visual. Todos os anos tento reinventar-me e aparecer com uma imagem diferente. O importante é sentir-me bem comigo mesma e bastante confortável, porque naquele momento não posso ter nenhuma preocupação com o cabelo ou com o vestido, por exemplo. Tudo tem de estar impecável, por isso é que conto sempre com a mesma equipa, a Maria João Andrade que me trata do cabelo, a Inês Varandas, que me maquilha, e a Helena Carmona, que faz toda a parte do styling.
 – Tal como nesta produção, no domingo vai usar um vestido assinado por Nuno Baltazar. O que é que já pode revelar sobre o seu visual?
– O ano passado também usei um vestido do Nuno, que além de ser um querido amigo é um excelente profissional. E numa noite em que se homenageia o talento nacional, acho que é importante darmos destaque àquilo que é nosso. O Nuno disse que gostava muito de me vestir e que tinha uma ideia muito original, diferente da do ano passado, e eu aceitei logo.  O ano passado viram uma Sofia mais imperial e este ano vou ser uma Sofia mais livre, mas vou manter um lado romântico. Vai ser um visual mais descomprometido, numa cor diferente. Espero estar à altura.

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