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Natacha Brigham

Albano Jerónimo

Quando era jovem tinha peso a mais, era introvertido e os olhos verdes ainda não faziam dele o galã que é hoje.

Cristiana Rodrigues
27 de abril de 2010, 22:01

Se quando se tornou conhecido Albano Jerónimo se deixou deslumbrar pela fama, logo desceu à terra e mostrou que é um homem com quem é fácil simpatizar-se. Natural de Alhandra, o rapaz, que nasceu a 30 de Julho de 1979, e que em tempos tinha tudo para ser jogador de basquetebol, não fosse uma lesão no joelho o ter afastado dos campos, nunca tinha pensado ser actor.

A arte de representar entrou na sua vida num dia em que foi assistir aos ensaios de um grupo amador de teatro onde acabou por ficar a trabalhar como ajudante dos cenários. Só mais tarde testaram a sua capacidade de encarnar personagens. E foi a dedicação que o levou até ao actor que é hoje. Pelo meio estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema para aperfeiçoar a técnica.

Candidato a um Globo de Ouro na categoria de Melhor Actor de Teatro, foi pecisamente nesta área que Albano Jerónimo fez o seu primeiro trabalho como profissional em A Floresta (2000), que marca o início da sua carreira. A esta peça seguiram-se muitas outras. Foi, no entanto, nas novelas que Albano alcançou a fama. Em Lusitana Paixão (2002) foi protagonista. Seguiram-se O Teu Olhar, Queridas Feras, Ninguém Como Tu, Fala-me de Amor, Tu e Eu, e Vila Faia. Nas séries televisivas os trabalhos mais relevantes vão para Inspector Max, O Dez e Liberdade 21.

No cinema estreou-se em Antes que o Tempo Mude (2003), de Luís Fonseca e mais tarde entrou em O Fascínio (2006), de José Fonseca e Costa, e O Inimigo Sem Rosto (2006), de José Farinha.

VEJA UM EXCERTO DA PEÇA 'MENINA JÚLIA':

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