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João Lima

Fernanda Velez admite: “Hoje em dia, as minhas compras são muito ponderadas”

A autora do “Blog da Carlota” assume que na quadra natalícia se torna mais consumista.

Joana Carreira
1 de dezembro de 2019, 18:00

O gosto por moda vem de miúda, quando, entre as tradicionais brincadeiras com as amigas, se divertia a conjugar peças de roupa dos mais variados padrões, tanto para si como para elas. Ainda assim, Fernanda Velez, de 39 anos, estava longe de imaginar que trabalhar em moda e lifestyle passaria de paixão a profissão. “Desde sempre que me lembro de perguntarem a minha opinião em relação a determinado conjunto. O gosto pela moda acabou por se tornar público, porque o resto já existia na minha vida”, reconheceu.
Apesar de lidar com “trapos”, como diz, no seu dia a dia, a empresária e blogger mantém o entusiasmo quando se trata de fazer compras para si e para os outros, em especial para o marido, João Ferreira, e as duas filhas, Carlota, de oito anos, e Maria do Carmo, de cinco. “Sempre aproveitei muito tudo o que tenho e hoje em dia as minhas compras são muito ponderadas. Gasto dinheiro principalmente em acessórios clássicos, que eu sei que vão durar muito tempo e são um bom investimento. A minha perdição são malas e sapatos, mas não sou viciada em compras”, garante Fernanda nesta conversa descontraída, na qual revelou que os preparativos para o seu Mercadito de Natal Blog da Carlota, que acontece no final deste mês, estão a todo o gás.

– Já entrámos na época do Natal. É uma altura em que investe muito em presentes?

Fernanda Velez – Adoro comprar presentes. Sou comedida no meu dia a dia, mas nesta altura invisto mais em compras, tanto para mim como para os outros.

– E opta por presentes com mais significado?

– Há de tudo. Os presentes de Natal e aniversário são especiais. Por exemplo, para a família mais próxima faço essa mistura. Compro algo que sei que essa pessoa precisa e, juntamente com as minhas filhas, fazemos algo mais personalizado. Normalmente utilizamos fotografias e pomos em molduras, fazemos um desenho a três ou pintamos os frascos das compotas caseiras. Vejo estes presentes mais como uma lembrança. Sei que às vezes são os que têm mais significado, mas também gosto de dar prendas boas.

– Organiza um dos mercados mais famosos do país. Sente-se bem em ser a montra de várias marcas portuguesas?

– Gosto muito, porque é tudo selecionado por mim. Há uma curadoria intensa no sentido de que as marcas que lá estão sejam, no fundo, o reflexo do meu gosto, porque é o que as pessoas procuram. O que dá mais prazer nisto tudo é o feedback que tenho assim que visto determinada peça de roupa. As pessoas seguem muito a minha seleção de peças.

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