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Maria Pitta Paixão admite: “Ser mãe do Duarte é um desafio diário”

De férias no Algarve, a filha mais velha de Bibá Pitta posou com o marido, Gui Paixão, e o filho, de três anos.

Marta Mesquita
25 de agosto de 2019, 17:45

Desde criança que Maria Pitta Paixão aparece nas revistas ao lado da mãe, Bibá Pitta, e dos quatro irmãos. Contudo, agora que já construiu uma família ao lado do empresário Gui Paixão, de 35 anos, a hospedeira de bordo, de 26, quer mostrar que é mais do que a filha mais velha de Bibá. Muito diferente da mãe, Maria é uma mulher serena, perfeccionista e que não esconde as suas fragilidades. Sem pudores, admite que ser mãe de Duarte, de três anos, tem sido um “desafio diário”, que a obriga a lidar com as suas limitações, mas que também a tem ajudado a ser uma pessoa melhor.
Durante as suas férias de verão, que continuam a ser passadas no Algarve ao lado da sua família de origem, a hospedeira de bordo revelou o seu universo mais pessoal, no qual os afetos e a interajuda têm lugares de destaque.

– Hoje, é a Maria que tem a palavra e não a sua mãe, Bibá Pitta. Gosta de ter este protagonismo?
Maria Pitta Paixão – Eu e os meus irmãos crescemos como “os filhos da Bibá Pitta” e é bom começar a aparecer de uma outra forma. Acho que é assim que deve ser. É giro ver que já construí uma família.

– É muito parecida com a sua mãe?
– Sou totalmente diferente da minha mãe. Ela criou cinco filhos praticamente de seguida, o que obriga a uma dinâmica muito própria. Cresci com um espírito de partilha e de união muito mais acentuado do que o Duarte, que ainda é filho único. Mas quero transmitir-lhe os valores que a minha mãe me ensinou. O meu filho tem nove anos de diferença para o meu irmão Dinis, o que é engraçado.

– E é bom ter na sua mãe um braço- direito?
– Sim. Foi ela que me incentivou a regressar ao trabalho. Sem ela teria sido impossível regressar ao trabalho quando o Duarte tinha dez meses. A minha mãe sempre foi, e continua a ser, o meu braço-direito. O Duarte só agora é que vai entrar na escola. Quando estou fora, ele fica com o Gui e com a minha mãe.

– Tem sido um desafio conciliar a sua vida familiar com a profissional?
– Um filho é nosso e é parte da nossa vida para sempre. Ele está cá e temos mesmo de nos adaptar a toda a logística e rotinas que envolve. Nunca mais me esqueço de que dez minutos antes de entrar para o bloco operatório para ter o meu filho o meu pai me disse: “Já imaginou que agora vai entrar numa sala e vai sair com uma pessoa que vai ter de amar incondicionalmente e tratar?” E é mesmo verdade. Tenho muito apoio familiar e sei que isso é maravilhoso. Por isso tenho conseguido gerir tudo, uns dias mais cansada, outros com mais energia.

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