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Ricardo Ribeiro: Devo ao fado a vida que tenho e aquilo que sou.

O músico assume, sem rodeios, que tem uma identidade artística e que a respeita em cada novo trabalho.

CARAS
31 de julho de 2019, 07:10

Foi o bairro da Ajuda que o viu nascer e crescer. Rodeado de música e de livros, foi lá que se fez fadista sem saber. Hoje, Ricardo Ribeiro é um nome incontornável do fado, mesmo que o seu último trabalho - Respeitosa Mente - seja um disco que não é de fados, como gosta de sublinhar. Mas é esse destino que lhe corre nas veias e lhe eleva a voz sempre que decide cantar a vida em forma de poesia.

Em entrevista à CARAS assume:"É ao fado que devo tudo. Devo a vida que tenho e devo, fundamentalmente, aquilo que sou ou que julgo que sou. O fado esteve sempre ligado a mim que é uma coisa quase sanguínea. Não há como dissociar esta expressão lisboeta da minha pessoa e, se calhar, um dia destes, a minha pessoa desta expressão lisboeta."

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