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João Lima

Ana Marta Ferreira assegura: “Não sou nada convencional”

Confiante e sem “papas na língua”, a atriz revela ser uma mulher madura aos 25 anos. Mãe de Vasco, de quase três anos, Ana Marta garante que a maternidade não a tem impedido de lutar pelos seus sonhos.

Marta Mesquita
11 de julho de 2019, 10:04

Ana Marta Ferreira acaba de fazer 25 anos, mas já tem uma carreira com mais de 15. Era ainda uma criança quando se estreou nos Morangos com Açúcar. Encarando ainda a representação como um hobby, integrou vários projetos, e foi já no final da adolescência que percebeu que aquela “brincadeira”, como diz, poderia mesmo ser a sua vocação profissional. Sem ambições que a levem a sonhar muito alto, a atriz quer, sobretudo, poder viver em exclusivo desta arte que a fascina, uma preocupação que se acentuou com o nascimento do filho, Vasco, que completa três anos no dia 22 de junho.
Durante uma manhã passada no barco-restaurante Lisboa à Vista, Ana Marta embarcou numa conversa descontraída, durante a qual revelou os desafios que enfrenta como mãe e atriz, provando que as responsabilidades que tem não lhe roubaram a rebeldia nem a vontade de viver com as emoções à flor da pele.

– Gosta de se “fazer ao mar” para viver uma aventura?

Ana Marta Ferreira – Sou aventureira, sempre que posso fazer algo diferente, faço. Sigo muito a minha intuição e os meus impulsos, seja para seguir ou evitar determinado caminho.

– E foi por seguir essa intuição que se tornou atriz?

– Estreei-me nos Morangos com Açúcar com nove anos, por isso, no início, via a representação como um hobby. A partir daí, estive sempre a trabalhar, mas só no final da adolescência é que percebi que queria mesmo representar e fazer disso a minha vida.

Foi bom ter começado a trabalhar tão nova? Não sente que perdeu um bocadinho da sua adolescência?

– Sempre fui muito extrovertida e as minhas primeiras personagens mostravam esse meu lado. E adorei ter crescido dessa forma. Ter começado a trabalhar tão nova não me mudou, porque via aquilo como uma brincadeira. Não sentia qualquer pressão. Só não gostava que viessem falar comigo. Quando me abordavam na rua e perguntavam se eu não fazia tal personagem, dizia sempre que não era eu e sim uma prima com quem era parecida. Era parva, porque as pessoas sabiam que era eu! Nunca disse aos meus pais que queria fazer televisão para ser conhecida. Nunca quis ser famosa.

– É uma atitude muito diferente daquela que têm muitas pessoas da sua geração…

– Sim, é verdade. Hoje em dia as pessoas querem ser famosas, mas eu não. O que gosto mesmo é de representar e respeito muito a minha profissão. Quando comecei a trabalhar, ainda não havia instagramers nem youtubers.

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