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Dário Viegas

Sofia Jardim:“ficar num casamento por causa dos filhos é um erro”

Junto das filhas, Leonor e Luz, a relações-públicas assumiu que está separada de Domingos Amaral há seis meses.

Andreia Cardinali
6 de julho de 2019, 19:00

Sofia Jardim sempre foi bastante discreta no que toca ao seu relacionamento com Domingos Amaral, mas os programas em família sempre foram feitos a quatro. Desta vez, a relações-públicas da Tempus surgiu apenas com as filhas, Leonor, de dez anos, e Luz, de sete, para passar um dia no Zoomarine, no Algarve, o que nos suscitou alguma curiosidade, rapidamente esclarecida por Sofia, que nos contou que está separada há seis meses.
Sofia assume que foi uma decisão bastante ponderada, que nesta altura foi a melhor para todos, mas também não descarta a possibilidade de uma reconciliação. Foi sobre esta nova fase da sua vida que a relações-públicas conversou com a CARAS.

– É a primeira vez que vêm ao Zoomarine?

Sofia Jardim – Sim. Já tínhamos estado num parque semelhante em San Diego e elas adoraram, por isso sabia que elas iriam adorar esta experiência. E como foi fora da época alta, foi bastante tranquilo, pudemos usufruir bastante de todas as atrações.

– E a Leonor até teve a possibilidade de nadar com os golfinhos...

– Sim e adorou. A Luz não pôde, por ainda não ter idade, e ficou triste, mas é assim. Para a Luz foi uma experiência ótima, porque ela tem uma grande sensibilidade para com os animais e os golfinhos são muito queridos. E eu também adoro parques aquáticos e animais e estava quase tão entusiasmada quanto elas. [Risos.]

– Habitualmente o Domingos acompanha-vos nestes programas. Mas isso hoje não aconteceu...

– [Silêncio.] Pois... Estamos numa fase... Imaginemos que é como um computador em que entrou um vírus e precisa de fazer um reset... Nós estamos nessa fase. Claro que os casamentos têm todos altos e baixos e há muitas teorias, mas de facto eu acho que as pessoas têm de perceber quando chegam aos seus limites. E cada um tem os seus. Acho que quando chegamos a uma altura em que o baixo é uma constante, deve-se fazer alguma coisa. Até pelos filhos, as crianças sentem tudo e esse não é o exemplo que quero passar às minhas filhas.

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