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João Lima

Cláudio Ramos: “Não escondo a minha relação, só não a quero exibir”

O "vizinho" de Cistina Ferreira nas manhãs da SIC não esconde a sua relação com o ator Diogo Faria.

Andreia Cardinali
27 de junho de 2019, 11:59

Realizado com o papel de “vizinho” no Programa da Cristina [Ferreira] e com o seu relacionamento com o ator Diogo Faria, Cláudio Ramos, de 46 anos, não podia estar mais feliz. Dedicado àquilo que acha verdadeiramente importante – o amor, a sua filha, Leonor, de 15 anos, e o trabalho –, o apresentador assume que cada vez gosta menos de perder tempo com coisas que não são importantes. Por isso mesmo, diz que está menos disponível socialmente, mas também mais focado.

– Já passaram quatro meses desde que iniciou a aventura como “vizinho” no “Programa da Cristina”. Como tem sido?

Cláudio Ramos – Uma surpresa muito boa, superou as minhas expectativas e acho que também as deles. Na verdade, eu não sabia muito bem o que ia fazer, mas logo no primeiro dia consegui perceber o que era ser o “vizinho” e qual o seu papel. É uma realidade completamente diferente daquela a que estava habituado até aqui e o saldo é altamente positivo. Acho que aos olhos das pessoas as coisas correram realmente bem e nós fomos crescendo também graças a isso.

– Nota que agora é mais abordado na rua?

– É completamente diferente. O tipo e o número de público é outro. O impacto de qualquer coisa que se diga ou faça também. Para mim, isto é um universo paralelo a tudo o que fiz. As pessoas vivem tudo como se fosse mesmo assim, as pessoas acreditam mesmo que a minha casa é ali ao lado, que moramos num bairro, que me cruzo com as pessoas e que as levo lá para casa... É uma narrativa de novela. A minha mãe, que não era espectadora assídua destes programas, agora, à noite, com a minha irmã, puxa para trás para ver a narrativa desse dia.

– Para si, como comunicador, deve ser ótimo fazer parte de uma programa que marca uma viragem na televisão...

– A televisão mudou com a vinda da Cristina para a SIC e com o formato que ela trouxe. Foi uma mudança no daytime e fico muito feliz por fazer parte dela. É um trabalho muito divertido de fazer, mas também muito difícil, porque é muito em cima do improviso. Há uma narrativa do que se vai fazer, mas não há um texto escrito, é tudo improvisado. E isso também é um desafio. Eu queria ser ator e acho que isto me saiu bem. [Risos.]

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