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Paulo Jorge Figueiredo

Núria Madruga: “Não podia estar mais feliz com a família que a vida me deu”

A atriz, o marido e os três filhos passaram um dia diferente e muito divertido a bordo do cruzeiro MSC Poesia.

Vanessa Bento
12 de maio de 2019, 14:55

Nas semanas anteriores à Páscoa, a Chicco levou a cabo a campanha “Embarque nas Melhores Férias de sempre”, onde atribuía, entre outros prémios, um cruzeiro no Mediterrâneo. E como embaixadora da marca, Núria Madruga foi convidada a passar um dia no navio MSC Poesia. E foi entre as muitas gargalhadas dos filhos, Sebastião e Salvador, de sete anos, e Lourenço, de 15 meses, e os olhares cúmplices trocados com o marido, Vasco Silva, que a CARAS testemunhou a harmonia que caracteriza a família da atriz.

– Como foi embarcar nesta experiência?

Núria Madruga – Foi muito giro. Os miúdos estavam superentusiasmados, porque nunca tinham entrado num navio desta dimensão. E a verdade é que tem tudo para eles se divertirem. Difícil foi tirá-los, porque, por eles, teriam seguido viagem.

– Quais têm sido os maiores desafios de ter três filhos?

– Ser mãe é um desafio, mas a forma como nos adaptamos depende de cada um. Eu adaptei-me bem e foi por isso que quisemos mais um filho. Sabia que iríamos voltar às fraldas, às noites mal dormidas, fazer menos saídas, mas ser mãe é muito mais do que isso. É uma partilha de amor e uma aprendizagem diária. Claro que há momentos difíceis, de cansaço extremo, em que achamos que não vamos conseguir. Mas acho importante focarmo-nos nas coisas boas. Eles têm idades diferentes, portanto necessidades diferentes, e ajuda muito descomplicar em certas situações. A verdade é que tenho um orgulho gigante nos meus filhos.

– Como tem sido vê-los construir esta relação de irmãos?

– Tem sido maravilhoso. Mas eu não tinha dúvidas de que os gémeos iriam ser os melhores irmãos do mundo. Eles já falavam muito em ter um bebé, um mano pequenino, para tomarem conta dele. E como foram sempre os dois, calculei que não existisse muito espaço para ciúmes. A idade deles também ajudou, já se sentem os irmãos mais velhos que têm de proteger o pequenino. O Lourenço tem um fascínio por eles, quer fazer tudo o que eles fazem, mas ao mesmo tempo também se acha o rei da casa, porque já percebe que eles disputam a atenção dele.

– Eles são muito diferentes uns dos outros?

– Os gémeos são diferentes, mas acabam por se complementar muito, porque passam 24 horas juntos. Estão numa fase de alguma picardia, mas são os melhores amigos um do outro. Têm a rebeldia natural dos seus quase oito anos, mas são miúdos com uma sensibilidade especial, que têm atitudes e conversas que me deixam perceber que estamos no bom caminho. O Lourenço, para já, adora ser o centro das atenções. É supersociável e adaptou-se bem à nossa rotina.

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