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Ricardo Santos

Entrevista exclusiva CARAS: Teresa Leal Coelho e Francisco Ribeiro de Menezes em Madrid

Os embaixadores de Portugal em Espanha receberam-nos na sua residência oficial ao lado do filho, Vasco, de 13 anos.

Andreia Cardinali
25 de abril de 2019, 15:33

Assim que se entra na Embaixada de Portugal em Madrid, residência oficial do embaixador Francisco Ribeiro de Menezes e da mulher, Teresa Leal Coelho, rapidamente nos deixamos envolver pela história daquele local, mas também pelos olhares cúmplices do casal. Juntos há mais de duas décadas, têm caminhado lado a lado e apoiado as decisões e percursos um do outro. Teresa é professora universitária, vereadora da Câmara de Lisboa e deputada e foi vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD. Francisco foi chefe de Gabinete do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e esteve nas equipas de dois governos do PS, mas tem no passado outra experiência profissional completamente diferente: foi letrista e fundador dos Sétima Legião.
As respetivas obrigações profissionais obrigam-nos a viver separados durante a semana, já que Teresa tem as suas responsabilidades na Assembleia da República, na Câmara de Lisboa e na Universidade Lusíada e Francisco, obviamente, uma agenda para cumprir em Madrid. Ao fim de semana a deputada ruma à capital espanhola, assume o cargo de embaixatriz e dedica todo o seu tempo ao marido e ao filho de ambos, Vasco, de 13 anos, que ali vive a tempo inteiro.
Foi numa dessas ocasiões que a CARAS ficou a conhecer um pouco mais sobre esta família, que tem no amor, mas também na individualidade e responsabilidade, a sua base.

– Conheceram-se na universidade onde ambos davam aulas. A empatia foi imediata?

Teresa Leal Coelho – Na primeira fase não houve empatia, mas pouco depois sim. Começámos a cruzar-nos também por motivos diversos e passámos a ter mais contacto.

Francisco Ribeiro de Menezes – Da minha parte houve empatia imediata. A Teresa já nessa altura era uma pessoa com uma personalidade e convicções notáveis e era difícil não reparar nela.

– O lado político aproximou-vos ou afastou-vos?

Teresa – Sempre tivemos interesses comuns, aliás, ambos demos aulas de Direito Internacional Público. As relações internacionais, a construção europeia, a projeção de Portugal no mundo em mudança, questões internacionais como o processo de Timor Leste e muitas outras que marcaram o mundo nas últimas décadas foram, e são, matérias que acompanhámos com muito interesse. Quando começámos a namorar, o Francisco trabalhava com o Jaime Gama, então ministro dos Negócios Estrangeiros.

Leia a entrevista na íntegra na edição 1235 da CARAS

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