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Raquel Strada nos EUA: “Senti-me lisonjeada, percebi que queriam mesmo trabalhar comigo”

Raquel foi escolhida para ser a imagem portuguesa da campanha H&M Studio nas plataformas digitais e esteve dois dias em Sedona, no Arizona, para ser fotografada. A coleção estará nas lojas esta semana.

Joana Carreira
12 de abril de 2019, 10:20

A vida de Raquel Strada faz-se em constante movimento. Tanto está em Portugal, Londres, Paris ou Milão, onde acompanha as semanas da moda, como no dia seguinte está do outro lado do mundo. E trabalhar na área da moda tem sido bastante desafiante para a blogger e influenciadora, de 36 anos. “Nas últimas três semanas estive no Rio de Janeiro, voltei para fazer uma campanha de cabelos para a ModaLisboa e na última semana estive nos Estados Unidos. Foi incrível”, refere.
Recentemente, recebeu um convite para ser a imagem da H&M Studio nas plataformas digitais em Portugal, e na semana passada viajou até às paisagens magníficas de Sedona, no Estado norte-americano do Arizona, para ser fotografada para essa campanha. Um dia depois, “aterrou” diretamente no Porto, para ser a estrela do desfile de Sophia Kah no Portugal Fashion, contexto em que decorreu esta conversa.
– Como recebeu este convite da marca sueca para ir fazer o trabalho aos Estados Unidos?
Raquel Strada – Percebi que foi uma coisa bastante pensada e especial, porque o convite foi feito há vários meses. Senti-me lisonjeada, percebi que queriam mesmo estar comigo e trabalhar comigo. Fui analisada de todas as maneiras e feitios, tanto por profissionais norte-americanos como da Suécia. Trataram-me muito bem.
– E a sessão fotográfica correu bem?
– Lindamente. Só tive um bocadinho de azar, porque quando chegou a minha vez de ser fotografada estava a chover. Foram 15 minutos para fazer tudo e éramos 70 raparigas de 70 países diferentes. A equipa era gigante e tivemos de dar tudo durante dois dias.
– Gostou do resultado?
– Foi maravilhoso. Acho que está muito giro e a coleção é linda de morrer, as pessoas vão adorar. É acessível, tem bom gosto e um tema interessante. Além disso, tem muito a ver comigo e fico feliz porque cada vez escolhem-nos mais consoante a personalidade. É muito engraçado que o mundo esteja virado para esse lado.
– E o convívio com as outras modelos foi agradável?
– Senti-me superbem. São mulheres muito interessantes e que fazem outras coisas, como eu. Escrevem, têm programas de televisão, são atrizes, cantoras... Diverti-me muito.
– Sente-se confortável no papel de modelo?
– A fotografar, sim. Adoro, mesmo. Apesar de ser imagem, é diferente de estar numa passerelle, onde os olhos estão postos em nós. Aí não estou tão confortável. Em fotografia sei quais são os meus melhores ângulos, sei proteger-me. É fácil.

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