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João Lima

Miguel Franco de Sousa admite: “A família e o golfe são as minhas paixões”

O presidente da Federação Portuguesa de Golfe posou ao lado da mulher, Marta, e dos filhos, Teresa, de 14 anos, José Miguel, de 12, e Luís, de sete. Nesta tarde em família, Miguel contou como se apaixonou pelo golfe.

Marta Mesquita
23 de março de 2019, 12:04

Miguel Franco de Sousa tinha 11 anos quando jogou golfe pela primeira vez. Apaixonou-se, e desde então tem encarado a promoção da modalidade como uma “missão de vida”, como assegura. Atualmente é presidente da Federação Portuguesa de Golfe, estando a trabalhar para que este desporto, que atrai milhares de turistas ao nosso país, chegue a mais crianças e famílias portuguesas.
Outra paixão que lhe preenche os dias é a família que construiu ao lado da gestora de comunicação Marta Franco de Sousa. Teresa, de 14 anos, José Miguel, de 12, e Luís, de sete, herdaram do pai a paixão pela prática desportiva, apesar de só o filho do meio ter jeito para o golfe.
Numa tarde passada na Quinta da Marinha, em Cascais, Miguel Franco de Sousa, de 45 anos, revisitou os dias felizes da sua infância e partilhou os valores que fazem dele um homem realizado no green e em casa.

– Foi através do golfe que conheceu a sua mulher?

Miguel Franco de Sousa – Não, de todo! Os nossos pais já eram amigos. O meu pai e o meu sogro participavam em concursos hípicos e nós conhecíamo-nos desde crianças. Ela era mais amiga do meu irmão, mas depois tornámo-nos mais próximos. Começámos a namorar, casámo-nos, e o resto é história.

– E já a convenceu a jogar golfe?

– Já. Naquela fase do namoro em que fazemos todos os esforços para agradar ao outro a Marta começou a jogar golfe. Entretanto, casámo-nos e nunca mais jogou. [Risos.] Recentemente começou a ter algumas aulas no Jamor. Vai com a nossa filha, que tem algum jeito para o golfe. O nosso filho do meio é que é um craque.

– Portanto, o golfe é uma paixão muito mais antiga do que a sua mulher…

– Sim, é uma paixão muito mais antiga, mas não é tão forte. [Risos.] A família e o golfe são as minhas paixões. Comecei a jogar golfe aqui, na Quinta da Marinha, tinha 11 anos. Passei toda a minha infância aqui, porque a minha avó vivia cá. Nós morávamos no Alentejo, mas, como também tínhamos uma casa cá, vínhamos todos os fins de semana e nas férias. Eram tempos maravilhosos. Andávamos descalços, de bicicleta, sempre a ir para a Guincho... Foi uma infância muito diferente daquela que os miúdos têm hoje.

– E o golfe foi logo amor à primeira tacada?

– Foi. Quando comecei a jogar, percebi logo que a minha vida estaria para sempre ligada ao golfe. Não sabia de que maneira, mas tinha a certeza de que este desporto seria o meu futuro. Vivi no Alentejo até aos meus 20 anos e isso não ajudou na minha evolução, mas sempre acompanhei os meus amigos. Ficámos todos fascinados com o golfe e esse espírito de grupo teve muita influência.

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