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João Lima

Lúcia Garcia “Amo ser mãe, acho que é o que sei fazer melhor”

A manequim assume que é uma “mãe-galinha” para Matilde, de 11 anos, e Maria Clara, de quase dois.

Andreia Cardinali
17 de março de 2019, 10:26

Lúcia Garcia, de 38 anos, manequim e empresária, nunca pensou que a maternidade lhe assentasse tão bem. E se quando nasceu Matilde, há 11 anos, vivia rodeada de inseguranças e receios, até porque tinha ainda 27 anos, quando foi a vez de Maria Clara, agora com 23 meses, sentiu-se de imediato mais segura, pois aprendera a relativizar dificuldades. Claro que para esta boa fase em muito contribuiu o seu companheiro e pai da filha mais nova, o antigo futebolista Bruno Aguiar, de 38 anos, com quem mantém uma relação há quatro anos. Bruno tem mais um filho, Rodrigo, de nove anos.

– Vê-se que tem uma relação cúmplice com as suas filhas...

Lúcia Garcia – Tenho, sobretudo com a Matilde, por ser a mais velha. Somos bastante cúmplices.

– A Maria Clara ainda não fez dois anos e a Matilde está na pré-adolescência. Duas fases distintas, mas muito exigentes. Como faz essa gestão?

– Pois... A Maria requer muita da nossa atenção, está a toda a hora a fazer coisas para nos chamar à atenção. É uma bebé muito ativa, mas serena ao mesmo tempo, e mesmo nas suas pausas quer sempre ter a mãe, o pai ou os manos por perto. A Matilde deu um pulo de repente. Está a crescer a olhos vistos e a mostrar a sua personalidade vincada. É muito decidida. Tem 11 anos, está naquela fase em que eu tenho de respirar fundo dez vezes antes de tudo. [Risos.]

– Como é a relação entre elas?

– Muito particular. Nove anos de diferença é muito tempo. No início houve ciúmes por parte da Matilde, chamadas de atenção, e tive de saber gerir isso bem. Ambas têm feitios fortes, mas são já grandes parceiras, e isso deixa-me muito satisfeita.

– Como mãe, deve ser uma delícia vê-las crescer juntas e formar uma amizade para a vida...

– Sim, é muito importante serem as melhores amigas e a Matilde já tem uma veia de proteção pela Maria impressionante. Para mim, é muito bonito ver a relação entre elas, deixa-me até emocionada.

– Revê-se nalguma das duas?

– É engraçado, porque me revejo nas duas. Eu era calma, serena, gozona e desenrascada, adorava fazer amigos, era muito sociável, e vejo essas qualidades em ambas, bem distribuídas. A única diferença é que a Maria é muito ativa, mete-se com toda a gente. [Risos.] Parece que saiu ao pai, que, ao que consta, era um verdadeiro reguila até aos seis anos.

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