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Margarida Pinto Correia, ao lado do namorado, confessa: “O nosso passado é um património valioso”

Ao lado de Sérgio Figueiredo, Margarida diz que ambos têm orgulho dos seus anteriores casamentos.

Cláudia Alegria
9 de março de 2019, 11:35

Margarida Pinto Correia foi casada durante 20 anos com o músico Luís Represas, de quem tem dois filhos, Nuno, de 19 anos, e José, de 16. Sérgio Figueiredo, por seu lado, manteve um casamento de 25 anos, do qual nasceram quatro filhos, Sérgio, de 27 anos, Maria Luísa, de 19, Manuel, de 15, e Pedro, de 13. “Eu tenho o maior orgulho dos meus anos de casamento e o Sérgio dos seus. Foi aquilo que fez de nós o que éramos quando nos encontrámos. Não seríamos as mesmas pessoas por quem nos apaixonámos se não tivéssemos tido esse passado. Portanto, esse passado é para nós um património valiosíssimo”, garante a diretora de Inovação Social da Fundação EDP, que há quatro anos e meio se deixou conquistar pelo jornalista e diretor de Informação da TVI, ao lado de quem, assegura, encontrou “um companheiro para tudo”.

Ambos com 52 anos e a viverem em casas separadas – porque, lembram, errado seria fazerem o contrário só porque é mais típico –, não colocam, no entanto, de lado a hipótese de um dia partilharem também o dia a dia doméstico. “Passamos muito tempo juntos, mas temos dois ninhos. Cada casal encontra o seu ritmo, a sua forma, e quando as pessoas se encontram nesta fase da vida, normalmente cada um dos elementos já tem a sua dinâmica familiar”, explica Margarida, que conseguiu organizar a agenda de modo a usufruir de alguns dias de descontração, ao lado de Sérgio, a convite do Seat Snow Cup. “Andávamos há dois anos a sonhar em ir à neve, por isso estes dias foram completamente impostos na nossa agenda. Não podemos dizer que estamos a sair da rotina, porque ela não existe nas nossas vidas, mas no dia a dia tens uns carris que te levam mais depressa do que a tua própria felicidade e as nossas vidas profissionais levam-nos a estar sempre muito embrenhados na realidade dos outros, na atualidade, pelo que é difícil encontrar o espaço e o tempo de nos desligarmos. Aliás, o Sérgio só o consegue fazer à força, que é desligar o telemóvel”, assegurou Margarida, enquanto Sérgio anuía, admitindo que, apesar de deixar o telemóvel guardado durante um par de horas, não deixa de pensar no momento em que irá finalmente poder consultar as audiências do dia: “Digamos que tenho os filhos no coração e as audiências na cabeça.” Margarida garante ter aprendido a conviver com este nível de dependência do namorado, embora defenda ser importante convencê-lo a desligar da realidade e das pessoas que lhe ligam a qualquer hora do dia ou da noite. “É um exercício difícil, mas acho que também é uma questão de sobrevivência”, defende Margarida.

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