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RICARDO SANTOS

Débora Monteiro: “Sou muito bicho-do-mato, gosto de estar no meu cantinho”

Numa conversa sem reservas, a atriz, de 35 anos, mostrou ser uma mulher transparente.

Joana Carreira
7 de março de 2019, 12:29

A gargalhada é estridente e contagiante. O sorriso, sincero e encantador. Débora Monteiro, de 35 anos, é uma mulher de bem com a vida, graças a tudo o que aprendeu com as suas inseguranças, que tenta minimizar através dos afetos daqueles de quem gosta, principalmente da família, residente em Gaia, e do namorado, o empresário Miguel Mouzinho, que conquistou o seu coração há mais de sete anos.
Foi na moda que começou a sua carreira, aos 14 anos, e desde então não parou. Aos 19 saltou das passerelles para a representação, a sua grande paixão. Hoje podemos vê-la no papel de cigana na novela Alma e Coração e recentemente foi DJ no programa Lip Sync Portugal – Playback Total, onde conseguiu mostrar a verdadeira Débora, divertida e espontânea.

– Como foi o desafio do Lip Sync Portugal?

Débora Monteiro – Muito giro. Nunca tinha feito um direto, portanto, no primeiro dia estava extremamente nervosa. Mas gostei da sensação de não conseguir controlar a adrenalina minutos antes de entrar no palco. Desempenhar este papel fez todo o sentido, pois gosto de dançar e cantar.

– Sente que mostrou a sua verdadeira personalidade?

– As pessoas não conhecem verdadeiramente a Débora, estão habituadas a ver-me em personagem ou em eventos. Sou muito sossegada e observadora. Quem realmente me conhece sabe que sou divertida, gosto de extravasar e dizer disparates, às vezes até me pergunto se não serei bipolar. [Risos.] As câmaras acabaram por conseguir captar o que realmente sou, e isso, sim, foi o verdadeiro desafio.

– O feedback foi bom?

– Foi muito positivo nas redes sociais. As pessoas que me seguem falam sobre a minha gargalhada, que é um bocadinho estridente. Há alguns anos tinha vergonha de me rir assim e cheguei a ser avisada em eventos. Mas é uma gargalhada de felicidade. Sinto-me bem assim. Se mudar, deixo de ser genuína. Fico feliz por saber que as pessoas gostam de mim quando me ouvem.

Uma entrevista para ler na íntegra na edição 1229 da CARAS

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