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Marcelo Rebelo de Sousa mata saudades dos netos: “sou um avô carinhoso”

O Presidente da República levou quatro dos cinco netos – Maria Luísa, de nove anos, Maria Teresa, de 13, Maria Madalena, de 11, e Francisco, de 15 – a assistir ao espetáculo “Ovo”, do Cirque du Soleil.

Vanessa Bento
27 de janeiro de 2019, 17:56

Enquanto Chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa já nos habituou ao seu lado mais afetuoso. E para lá das obrigações políticas e públicas, o Presidente da República mantém o registo, pois sabe a importância de estreitar laços e viver a família na sua plenitude. Por isso mesmo, e sempre que os netos estão em Portugal, faz questão de reservar momentos dos seus dias tão preenchidos para ser avô. Foi o que fez no passado domingo, dia 13, quando, de forma descontraída, foi assistir à última sessão do espetáculo Ovo, da companhia Cirque du Soleil, acompanhado por quatro dos cinco netos: Francisco, de 15 anos, Maria Teresa, de 13, Maria Madalena, de 11, e Maria Luísa, de nove, filhos de Nuno Rebelo de Sousa [que tem mais uma filha, Maria Eduarda, de cinco anos]. E foi precisamente minutos antes de entrar no Altice Arena que Marcelo Rebelo de Sousa falou com a CARAS sobre a felicidade que é poder partilhar estes momentos com os netos, mas também sobre a dificuldade que é vê-los partir, agora para um novo país, já que vão trocar o Brasil pela China.

– Esta é uma tarde diferente e especial...
Marcelo Rebelo de Sousa – Neste caso é duplamente especial, porque os meus netos vieram do Brasil para passarem por cá, deixarem a roupa de verão e pegarem em roupa quente para irem para a China. Chegaram no dia 6 e já partem depois de amanhã... Agora já só os vejo em julho. Mas como toda a gente diz que este espetáculo é excecional, viemos ver. Nunca vi, é a primeira vez, portanto é uma experiência única. E vê-lo com os meus netos é duplamente especial, claro está.

– Como é que lida com as saudades?
– Lido mal com as saudades, muito mal. Quando eles estavam no Brasil, as saudades já eram imensas, e agora que vão para a China ainda vão ser piores. O fuso horário é completamente diferente, não são duas a quatro horas, são nove horas, e ao contrário... Eles começam as aulas muito cedo e a escola para onde vão ainda é longe do sítio onde vivem, por isso vai ser difícil, tenho que os apanhar antes de ou depois de, e sempre antes de se deitarem. Vamos lá ver se vai ser possível.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1223 da revista CARAS.
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