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Ricardo Santos

Sofia Gião “Gosto de criar emoções, de transmitir boa energia”

Há dez anos, Sofia trocou um emprego estável na área da organização de eventos corporativos por uma paixão que foi descobrindo ao longo dos anos: a de fazer sorrir as pessoas através da música.

Cláudia Alegria
5 de janeiro de 2019, 11:00

Sofia Gião sempre gostou de comunicação e chegou a concluir o curso de Relações Públicas com o objetivo de seguir essa área, mas a morte prematura e inesperada do pai, o piloto de ralis Manuel Lopes Gião, acabou por baralhar um pouco os seus planos. Na altura com 18 anos, Sofia optou por ajudar a mãe a impulsionar a empresa que acabara de formar, tendo ficado responsável pela área comercial da mesma durante 15 anos. Mais tarde, seguiu o seu caminho numa empresa de organização de eventos e só aos 40 anos é que decidiu arriscar e dar a conhecer o seu lado mais divertido e arrojado, o de DJ. Com o total apoio do marido, o médico especialista em radiodiagnóstico Fernando Torrinha, da filha, Sofia, de 21 anos, assim como da mãe e do irmão, o piloto Manuel Gião, Sofia tem, desde então, animado festas um pouco por todo o país, durante as quais “veste” personagens irreverentes, mas sempre elegantes e femininas, que acabam por ser a sua imagem de marca.

– O facto de ter perdido o seu pai aos 18 anos transformou-a enquanto pessoa? Sentiu que foi obrigada a crescer mais depressa?
Sofia Gião – Sim, mas, por outro lado, estreitou muito a nossa relação, minha e do meu irmão, com a minha mãe. Sempre fomos unidos, mas desde então desenvolvemos um instinto de proteção muito forte entre todos.

– É um ato de coragem deixar uma carreira segura para se tornar DJ?
– Foi, de certa forma, um ato de coragem, porque é uma mudança de vida e todas as mudanças de vida exigem coragem da nossa parte. Por outro lado, a motivação e o entusiasmo eram muito fortes. Nunca pensei que iria fazer disto a minha profissão, mas as coisas foram acontecendo e houve uma altura em que tive mesmo de tomar uma decisão: ou continuava com a minha profissão na área dos eventos ou tornava-me DJ.

– A música é uma porta aberta para um sorriso?
– Sem dúvida, sim. Acho que a música tem a capacidade de transmitir emoções, experiências. A forma como passas a música, a tua atitude, a tua forma de estar em palco, também ajudam a passar essa energia.

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