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João Lima

Miguel Costa “Todos os dias tento ser o melhor pai para elas”

O ator passou um fim de tarde com Luísa e Teresa na Baixa lisboeta, para verem as luzes de Natal.

29 de dezembro de 2018, 14:30

Miguel Costa tem sempre um sorriso aberto e caloroso para os outros, mas esse sorriso torna-se ainda mais rasgado quando é dirigido às filhas, Luísa, de seis anos, e Teresa, de quatro, com quem tem uma cumplicidade incrível. Há mais de dez anos que a sua mulher, Joana Rosa, também conhece este sorriso especial, acompanhado por um brilho no olhar que têm sabido manter enquanto companheiros e pais. “Não somos perfeitos, mas formamos uma bela equipa”, confessou o ator à CARAS durante um fim de tarde passado com as crianças na Baixa de Lisboa, onde as luzes de Natal fizeram as delícias de pai e filhas.

– Como é que o Natal é vivido em vossa casa?
Miguel Costa – De forma muito intensa e feliz, porque tanto eu como a Joana gostamos muito do Natal e festejamo-lo sempre em família. É um momento de união familiar, em que todos pomos a conversa em dia... Era desejável que este espírito se mantivesse ao longo do ano, mas, muito por nossa culpa e do ritmo do dia a dia, acabamos por não dar a devida atenção. No entanto, é sempre uma época muito feliz. E depois há o lado materialista, que é acessório, mas é muito giro ver os miúdos à espera do Pai Natal e a desembrulhar os presentes. E como temos família nos Estados Unidos, adotámos a figura do elfo. Chega a nossa casa no dia 1 de dezembro e todos os dias muda de sítio para, durante a noite, enquanto elas estão a dormir, informar o Pai Natal se se portaram bem ou não. E este é o mês em que se portam melhor! [Risos.]

– Este papel de pai é, de facto, o que o preenche por completo?
– Sem dúvida, tenho duas filhas incríveis e lindas e que são tudo para mim. São a minha prioridade, são um sentido para a vida. A vida muda completamente, porque o foco agora está sempre nelas. Gira tudo à volta delas, até o trabalho, de uma forma que acho positiva. Já recusei trabalhos porque sabia que implicavam estar muito tempo fora, por exemplo.

– E sente-se em paz com essas decisões?
– Muito. Não desprezo o meu trabalho e sou muito de correr atrás das oportunidades, batalho muito, mas tem de haver condições e estrutura familiar para elas nunca serem descuradas, pois nunca podem ser o elo mais fraco. Elas estão sempre em primeiro lugar, e só depois vem tudo o resto. Todos os dias tento ser o melhor pai para elas. Não é o melhor pai do mundo, porque não tenho que provar nada a ninguém, a não ser às minhas filhas. Claro que não sou perfeito, mas acho que sou um pai muito dedicado.

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