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João Lima

Sandra Nobre na companhia da filha: “somos as melhores amigas e temos uma relação muito boa”

Aos nove anos, quando veio viver para Portugal, para casa de uma tia, Sandra descobriu o gosto pela cozinha, mas só há nove anos, na Cidade do Cabo, percebeu que era uma verdadeira paixão e decidiu fazer disso a sua profissão, ingressando na escola Le Cordon Bleu. Uma decisão em que contou com o apoio incondicional do marido, Artur Albarran.

Andreia Cardinali
8 de dezembro de 2018, 15:13

Sandra Nobre passa o tempo a viajar, tanto por motivos profissionais como para acompanhar o marido, Artur Albarran, que tem negócios em vários países, e a filha do casal, Maria, de 14 anos, está a estudar para Inglaterra. Apesar da distância, mãe e filha têm uma cumplicidade visível em cada gesto, palavra e olhar. Orgulhosa do percurso da filha e feliz por ela e o marido poderem dar a Maria ferramentas fundamentais para o futuro, Sandra não poderia sentir-se mais realizada. “Acho que o maior investimento que um pai pode dar a um filho é a educação, mas é difícil para nós estarmos longe. Felizmente, ela vem a casa mais ou menos uma vez por mês. Ela vai e vem sozinha, de avião, e é muito autónoma. A Maria, apesar de ainda ser uma criança, é uma cidadã do mundo, e eu sinto-me muito feliz por vê-la crescer assim”, confessa Sandra.
A decisão da filha permitiu, por outro lado, que a mãe pudesse dedicar-se mais à sua profissão de chef e ao seu programa de culinária, A Sentada, do 24 Kitchen. Foi sobre o seu investimento na culinária, sobre a sua relação com a filha, mas também sobre o seu casamento e a forma serena com que encara a vida, que conversámos com Sandra durante uma manhã passada entre as principais paixões de mãe e filha: a cozinha e os cavalos, respetivamente.

– Quando a Maria vem a casa, todos os momentos são preciosos...
Sandra Nobre – Sim, muito. Para ela, então, regressar a casa é maravilhoso. E depois adoramos ouvi-la partilhar o que está a fazer em Inglaterra. Fico ainda mais feliz e orgulhosa quando ela recebe, logo no primeiro período, distinções por ser a melhor aluna, como acaba de acontecer.

– Foi a Maria que com apenas 12 anos pediu para ir estudar para o estrangeiro...
– Quando deixámos a Cidade do Cabo e regressámos a Lisboa, há dois anos, ela disse que não queria ficar a estudar cá, e ou ia para Inglaterra ou voltava para a Cidade do Cabo. Estudou para ter as notas de que precisava para ingressar na escola inglesa e conseguiu. Nós duvidámos que fosse possível, porque os exames são realmente muito difíceis. E é curioso que ela nos fez perceber que às vezes, sem sabermos, estamos a ser maus pais, porque duvidamos das capacidades dos nossos filhos. Ela mostrou-me o quão determinada é. Temos de aceitar que os nossos filhos têm escolhas e que, mesmo com idades jovens, já podem saber o que querem. E depois o Artur conta muito nesta equação. E até me ajuda a mim, porque sou muito medricas. Eu adoro, sou fã do Artur e da forma como ele gere a paternidade.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1216 da revista CARAS.
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