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Em Portugal, Sara Sampaio revela que quer apostar na representação

"Já acordei muitas vezes sem estar bonita"

Marta Mesquita
18 de novembro de 2018, 14:03

Aos 27 anos, Sara Sampaio quer conquistar os grandes ecrãs. Depois de ter desfilado e fotografado para as marcas mais conceituadas do mundo, a manequim portuguesa que mais sucesso faz lá fora quer ser atriz. E o primeiro passo para a realização deste sonho foi dado recentemente, ao participar no filme Carga.
A viver nos EUA, Sara veio a Lisboa assistir, ao lado dos colegas de elenco, à antestreia deste filme, no Cinema São Jorge. Momentos antes da projeção, a manequim partilhou como correu esta sua incursão pela Sétima Arte: “Correu muito melhor do que poderia esperar. O elenco foi fantástico comigo. Aprendi imenso a representar com os meus colegas. O Bruno [Gascon], o realizador, foi a melhor pessoa para me acompanhar na minha estreia no mundo da representação. Aceitei mal li o guião. É um papel pequeno, mas forte.
Neste filme, a manequim interpreta o papel de uma rapariga que é vítima de uma rede de tráfico de seres humanos, o que a obrigou a despir-se do glamour a que está habituada. “No dia a dia não ando maquilhada nem arranjada. Já acordei muitas vezes sem estar bonita. Mas, independentemente disso, no final do dia só queria representar bem a realidade da personagem", explicou.
Apesar de estar muito entusiasmada com o início do seu percurso como atriz, Sara assegurou que irá continuar a mostrar o seu carisma e beleza nas passerelles: “Espero que o meu futuro passe pelo cinema, mas ainda é a moda que me paga as contas, por isso quero conciliar as duas atividades. Está a ser o melhor ano da minha carreira como manequim, tenho de aproveitar ao máximo. E, devagarinho, quero começar a trabalhar como atriz. Quem sabe se não trabalharei cá? Vamos ver. Agora estou a aprender e a ter aulas de sotaque, para quando o projeto certo aparecer estar preparada.”
Quem acompanhou o desempenho da modelo neste filme garantiu que, para uma estreante, superou as expectativas. “Foi facílimo dirigir a Sara. Ela é muito humilde e trabalhadora e quer muito aprender. Até eu fiquei surpreendido com o seu desempenho. Acho que o público também vai ficar. Estou muito feliz por ter conseguido trabalhar com este elenco fantástico e por contar esta história, que é um tributo a todas as pessoas que foram traficadas pelo mundo inteiro,” contou o realizador, Bruno Gascon.

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