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Paulo Miguel Martins

Pedro Couceiro: “A minha maior conquista foi convencer a Mariana a ficar ao meu lado”

Juntos há quatro anos,, o piloto de automóveis, de 48 anos, e a empresária, de 32, aceitaram o convite da CARAS e da Seat para usufruírem de dois dias tranquilos na Quinta do Vesuvio, no Douro.

Cláudia Alegria
3 de novembro de 2018, 16:00

Quando Mariana Sousa Gaspar se juntou a Pedro Couceiro para uma caminhada que ambos pretendem que seja longa e sem grandes percalços, já o piloto de automóveis tinha no seu percurso a experiência de um primeiro casamento e a sabedoria da paternidade. Metódico e organizado, o atleta aprendeu nas pistas a evitar imprevistos, a minimizar riscos e a manter-se em segurança até ao final da corrida. Por isso, quando conseguiu ‘convencer’ Mariana a ser sua copiloto no maior de todos os desafios, a vida, Pedro Couceiro fez questão de colocar em prática alguns ensinamentos que foi adquirindo. Um deles, revela, foi criar o hábito de se sentarem frente a frente uma vez por semana para falarem de tudo, dos assuntos mais importantes e fulcrais da relação aos mais banais, como decidir a cor com que vão pintar um quarto. Assim, garante, evitam-se mal-entendidos e encontram-se sintonias.

– Não era apreciadora de vinhos, mas parece estar rendida ao mundo vinícola...
Mariana Gaspar Cou-
ceiro – É verdade. Não que perceba de vinhos, de todo, mas hoje em dia já tenho alguma sensibilidade para perceber se é bom ou não, embora seja tudo muito subjetivo, e já vou aprendendo umas coisas.

– Pede à Mariana que escolha o vinho quando vão jantar fora?
Pedro Couceiro – Por norma, não bebemos vinho, mas, quando é para escolher algum, é ela que o faz, sim.

– Já foi mais difícil deixar a vossa filha com alguém quando querem fazer programas a dois?
Mariana – Antes de engravidar achava muito estranho os pais deixarem os filhos em casa dos avós para irem passear. A minha ligação à minha filha é muito superior a qualquer coisa, mas estou bem resolvida em relação a isso. A Caetana tinha três meses quando fomos passar um fim de semana a dois na Madeira. Quando se tem filhos, o tempo do casal é muito importante. Custa-me, mas sei que está bem entregue.
Pedro – A minha filha Inês tinha dois anos quando me separei da mãe e, apesar da ótima relação que tenho com a mãe, foi muito complicado para mim ter de passar uma semana separado dela. Fui-me habituando, como em tudo na vida, e tornou-se natural, apesar de ainda me continuar a custar, claro.

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